Participe neste estudo sobre a Via Pedonal Ciclável de Braga!

Participe neste estudo sobre a Via Pedonal Ciclável de Braga!


No âmbito da Unidade Curricular de Conceção, Gestão e Avaliação de Projetos Educativos, do Curso da Licenciatura em Educação, da Universidade do Minho, encontra-se a decorrer um estudo sobre a Via Pedonal Ciclável recentemente inaugurada na zona do rio Este.

Sabemos que alguns dos nossos leitores e colaboradores já terão respondido ao inquérito (nós também já o fizemos), no entanto, para obter uma amostra significativa e resultados mais rigorosos, são necessários muitos mais participantes. O grupo responsável por este trabalho pede, por isso, a vossa colaboração. O questionário é muito simples e pode ser respondido em apenas alguns instantes. Como é natural, os dados recolhidos serão tratados com a devida confidencialidade, destinando-se unicamente ao tratamento para efeitos de investigação.

Participem, por favor, respondendo a este questionário:

www.onlinepesquisa.com/s/2a5387d

Também podem ajudar a equipa partilhando esta notícia junto dos vossos amigos e conhecidos, e convidando-os a responder também ao questionário.

Neste momento, há diversos estudos a decorrer na Universidade do Minho sobre o uso da bicicleta na cidade de Braga e as condições para a sua circulação. É bom ver que a comunidade académica bracarense começa a dedicar algum do seu trabalho a esta temática!

Dentro de algumas semanas, esperamos poder divulgar aqui os resultados deste inquérito. Estejam atentos 😉

Via Pedonal Ciclável do Rio Este – Visita com o executivo da CMB

Via Pedonal Ciclável do Rio Este – Visita com o executivo da CMB


O Braga Ciclável aceitou o convite da Vereadora da Juventude e do Desporto para se juntar à visita do novo executivo camarário à via pedonal ciclável do Rio Este efetuada na passada Terça-Feira durante a tarde.

Na visita estiveram presentes o Presidente da Câmara de Braga, Dr. Ricardo Rio, os Vereadores Dr. Firmino Marques, Eng. Altino Bessa e a Drª. Sameiro Araújo. Para além do Braga Ciclável, foram convidados e participaram os presidentes da Associação de Cicloturismo do Minho, Amadeu Alves, e do Clube de Cicloturismo de Braga, José Alves.

In loco demos o nosso parecer sobre algumas questões técnicas que podem ser melhoradas nesta via.

O acesso pela zona Este faz-se de uma forma abrupta e algo deselegante. Para além dos acessos e terra batida, criados há muito pelas passadas e pedaladas das pessoas, temos um cano de esgoto que torna a entrada no “túnel” por baixo da Av. Padre Júlio Fragata ainda mais baixa (2,00m).Um ciclista que tenha 1,90m (poderá ser por exemplo um cicloturista do centro da Europa, ou algum bracarense mais alto) em cima de uma bicicleta vai ganhar uma cabeça rachada ao passar aqui.

Começamos por explanar as medidas mínimas para este tipo de vias recorrendo à brochura de técnicas / temáticas com o título “Rede Ciclável – Princípios de Planeamento e Desenho” do IMTT.

Para uma pista ciclável partilhada com peões – mista, a largura mínima da via deve ser de 2,5m (mínimo) ou 3 m(aconselhado) – É o que atualmente existe.

Para o caso de uma pista ciclável partilhada com peões – separada a largura mínima deverá ser de 3,7m (pista ciclável bidirecional com 2,20m + 1,5m de passeio.)

A nosso ver o ideal seria termos uma pista ciclável partilhada com peões – separada para evitar os conflitos entre peões e velocípedes e possíveis acidentes. No entanto podemos ver que em alguns sítios esta via tem 2,88 metros de largura e noutros sítios 1,5 metros de largura.

A necessidade de sinalização horizontal e vertical ao longo da via é, a nosso ver, fundamental. Com a sinalização horizontal passamos a ter uma pista ciclável partilhada com peões – separada. Como vimos anteriormente é então imperativo que a mesma possua 3,7m nas zonas partilhadas. Nas zonas onde a via é mais estreita sugerimos que aí sejam criadas vias exclusivas separadas, uma para bicicletas e outra para peões, para evitar situações como estas:

Por exemplo na Rua Bernardo Sequeira a via partilhada passa de forma desnivelada, perto do rio, e existe uma passagem exclusiva para peões ao nível da Rua. Faria então todo o sentido que a passagem desnivelada se tornasse exclusiva para ciclistas.

No entanto esta via desnivelada já ficou submersa na semana passada e as chuvas ainda agora começaram.

Um outro problema encontrado ao longo de toda a via é a colocação dos bancos junto da via, acabando por tirar algum espaço à mesma quando as pessoas se encontram sentadas nos mesmos. Esta questão resolver-se-ia com a colocação dos bancos afastada 0,50m da via, por exemplo.

Antes de chegarmos à Rua Bernardo Sequeira existe um problema, a ponte que leva a via pedonal ciclável para a outra margem está colocada de modo a fazer um ângulo de 90º com a via. Estes ângulos aumentam o conflito entre peões e ciclistas numa pista ciclável partilhada com peões – mista, que, por ter esta designação, já possui muitos conflitos.

Na zona de Santa Tecla temos um mau aproveitamento do espaço existente junto do ringue desportivo de santa tecla, com a existência da via pedoanal ciclável paralela a um passeio de 1m de largura separado por 0,80m de terra. Este é um dos troços que revela problemas de iluminação. Temos também uma ponte mal colocada que cria mais um ângulo de 90º problemático.

No sítio onde a via pedonal ciclável encontra o passeio da Rua Professor Machado Vilela encontramos duas situações, uma é a manutenção do passeio. Ora se esta é uma via pedonal ciclável porque não aproveitaram e alargaram esta via integrando o passeio nela? O passeio ficava com o mesmo (bom) piso da via pedonal ciclável e a largura seria mais que suficiente para tornar a mesma separada, em detrimento de mista. A segunda situação é o cruzamento com um passeio que vem da ponte. Este cruzamento devia ser bem assinalado e bem iluminado. Não é o que acontece. No caso de um ciclista vir na via pedonal ciclável não encontra nenhuma indicação de que ali existe um passeio a cruzar a mesma.

Quando a via pedonal ciclável encontra a 31 de Janeiro tem uma solução que, segundo o Engenheiro da obra presente na visita, foi desenhada e decidida pela divisão de trânsito do anterior executivo da Câmara Municipal de Braga.

Uma solução muito pouco elegante quando o projeto inicial contemplava a única solução possível e imaginária para esta zona, vejamos:



A vermelho encontra-se o atual percurso da via pedonal ciclável, pintado a amarelo no passeio e passadeira da Av. 31 de Janeiro.

A travessia da Av. 31 de Janeiro deve ser revista pois um velocípede e um peão pretendem o caminho mais curto, mais rápido e mais agradável e nunca o caminho mais longo e sinuoso. Posto isto achamos que deve ser criada uma passagem direta com marcação de passadeira e de passagem para bicicletas, tal como o projeto inicial previa. Algo como se fez aqui tão perto, no Porto:

Após a 31 de Janeiro encontramos os Galos. Ficamos a saber que a obra ainda contempla um piso betuminoso para esta zona que melhorará consideravelmente a deslocação na mesma.

Para além do piso existe ainda a questão do sinal de proibido que impede a circulação entre a zona dos galos e a Av. 31 de Janeiro. É necessário colocar ali a exceção para velocípedes e no sentido contrário colocar um sinal a avisar sobre a possibilidade de circulação de velocípedes e/ou peões no sentido contrário.

Passada a zona dos galos entramos novamente na designada via pedonal ciclável. Esta entrada é feita com dois ângulos de 90º e numa entrada bastante estreita.

Logo a seguir encontramos mais uma ponte a fazer dois ângulos de 90º com a via, aumentando assim os pontos de conflito entre peões e ciclistas.

Passando a Rua dos Barbosas – onde durante a noite verificamos mais um problema de iluminação – encontramos a passagem inferior à ponte de São João. Esta ponte pode ser considerado como o ponto mais negro da via pedonal ciclável pois a entrada e saída da mesma é feita numa curva fechada e sem visibilidade o que faz com que não se percecione se vem alguém a entrar ou dentro da ponte. Este problema poderia ser resolvido com a marcação da via, tornando-a separada.

Passada a ponte chegamos à melhor parte da via pedonal ciclável. Larga e com espaço para alargar mais se necessário. Até à Rua do Couteiro -traseiras do Parque de Exposições de Braga (PEB)- a via pedonal ciclável é bastante agradável.

Chegados à Rua do Couteiro temos… uma passadeira. Um ciclista tem que desmontar para passar a estrada e continuar a pedalar (poucos o fazem). Isto seria resolvido com mais uma passagem para ciclistas, tal como a imagem anterior do exemplo do Porto.

De um dos lados a passadeira é resguardada por uma lomba, do outro lado não temos qualquer tipo de medida de acalmia de tráfego.

Ao passarmos a passadeira (que possui um bueiro perigoso para algum tipo de ciclistas) encontramos uma via pedonal ciclável com pouco mais de 2m. Mais uma vez poderia ser encontrada uma solução criando uma zona apenas para ciclistas e outra apenas para peões.

Chegando ao cruzamento que dá acesso ao armazém da FOC deparamo-nos com mais uma passadeira, onde o ciclista deverá desmontar. A solução já foi aqui apresentada.

Outra particularidade desta zona é que entre o antigo moinho aqui presente e o Jardim de Infância e Escola do 1º Ciclo da Ponte Pedrinha temos a via pedonal ciclável com cerca de 2m, com o Rio Este de um dos seus lados, e do outro lado temos uma zona de 0,80m relvada e um passeio mais ou menos com a mesma largura… Não faria sentido aproveitar todo este espaço para a via pedonal ciclável?

No Jardim de Infância e Escola do 1º Ciclo da Ponte Pedrinha teria que ser desenhada uma alternativa pela outra margem do Rio para as bicicletas, aproveitando a ponte já existente, uma vez que do lado onde está a via pedonal ciclável a largura não é suficiente para albergar peões e ciclistas.

Aliás, o projeto inicial previa que a via ciclável circulasse exatamente pelo lado onde agora sugerimos que seja criada a alternativa (e que é bem mais largo do que o atual local da via). Vejamos como era o desenho do projeto nesta zona:



A roxo encontra-se o atual percurso da via pedonal ciclável.

Ultrapassando as traseiras do campo do Maximinense encontramos mais uma ponte com o problema que tem vindo a ser apontado, foi colocada a fazer um ângulo de 90º com a via.

Passamos então para a outra margem e notamos que aqui a via poderia ser alargada de modo a ser também marcada e passar a sua designação a separada em detrimento de mista.

Acaba sem um lancil que permita o transbordo do ciclista da via pedonal ciclável para a estrada.

Achamos fundamental prolongar esta via para Este, não só até aos campos da rodovia, mas até ao Meliã (pelo interior do INL), fazendo depois a ligação ao Campus Universitário de Gualtar permitindo assim que os estudantes se desloquem em segurança entre o Campus e as residências universitárias.

Iluminação

A manutenção das luzes, que têm estado em grande parte apagadas e a colocação de iluminação nos túneis (contemplado no projeto inicial) também é fundamental para a segurança de quem transita nesta via.

Segurança

Colocar a Polícia Municipal e/ou a Polícia de Segurança Pública e efectuarem rondas em bicicleta por esta via parece-nos também ser uma solução para possíveis problemas de segurança, já existem ciclopatrulhas em Lisboa,Porto, Coimbra, Vila Franca de Xira, Oeiras, Açores. Braga acolheria, certamente, muito bem esta ideia.


© Foto:Bike17ECO

Numa altura em que muito se pergunta qual o papel da Polícia Municipal parece-me que esta seria uma ótima resposta. É sempre bom relembrar que a 2ª Esquadra da PSP de Braga se mostrou recetiva à ciclopatrulha, mas faltavam as bicicletas.

Estacionamentos

Esta via ciclável ainda não possui nenhuma infraestrutura de estacionamento para bicicletas, no entanto a mesma é contemplada no projeto:


Aconselhamos que a escolha destas infraestruturas tenha em consideração as 3 tipologias adequadas possíveis, e esperemos não ter mais “empena rodas”.

Rede Ciclável

Achamos ainda imperativo existir uma aposta nas ligações entre esta via ciclável e a cidade, servindo quem vai da Universidade para o centro e vice-versa, possível com o recurso a alguns sinais de trânsito e a algumas marcações indicativas. Esta via não serve este propósito, por exemplo.

É necessária uma rede ciclável que sirva a cidade e os ciclistas.

É necessário permitir a circulação de bicicletas na zona pedonal (com limite de velocidade de 15 km/h – tal como em Barcelona).

É necessário que a CMB permita a circulação de bicicletas nos corredores BUS – o código da estrada que entra em vigor em Janeiro de 2014 deixa esta decisão nas mãos dos executivos camarários.

É necessário colocar mais estacionamentos pela cidade e sinalizar devidamente aqueles que já existem.

Ricardo Rio promete corrigir e aumentar ciclovias

No final da visita, o executivo, pela voz do Presidente da Câmara Ricardo Rio, anunciou que, durante o próximo ano, a via pedonal ciclável se vai prolongar no mínimo até ao parque desportivo da rodovia e corrigir problemas ao nível da iluminação, da clarificação da circulação respeitando os preceitos do IMTT sempre que possível. Para além disto anunciou ainda a intenção de reforçar as vias cicláveis na malha urbana aproveitando o estudo do professor António Babo (que mereceu a análise do Braga Ciclável) e refletir sobre as ciclovias nele propostas e ainda concretizar neste mandato toda a ecopista que vai atravessar a margem do Cávado – um projeto existente no quadro da CIMCavado.

Podem ver as palavras do Presidente da Câmara no final da visita neste video:

Ciclistas Urbanos em Braga #46


Ciclistas Urbanos em Braga

O José Matos, da Cividade, trabalha em Santa Tecla e vai frequentemente de bicicleta. Escolheu este meio de transporte porque, além de ser rápido e económico, também permite descontrair um pouco durante a viagem. Tal como a outros ciclistas da cidade de Braga, nem a chuva o desanima!

Uma ciclovia ao longo de toda a Avenida da Liberdade


Ciclovia na Avenida da Liberdade

Para tornar a cidade de Braga mais ciclável, isto é, mais convidativa à utilização diária da bicicleta por parte de todas as faixas etárias e todos os grupos sociais, é preciso (e urgente) criar condições adequadas de circulação num conjunto de percursos-chave. Para além do fundamental eixo Estação-Centro-Gualtar, há outros percursos que pela sua utilidade prática na vida dos cidadãos de Braga adquirem particular relevância. Um desses percursos é a ligação entre o Centro (Avenida Central) e a zona do Parque de Exposições e Parque da Ponte, a ser feita, de forma lógica, pela Avenida da Liberdade.

A pertinência deste percurso seria de imediato justificada tão somente pela necessidade de acesso ao Parque da Ponte, tanto para lazer como, por exemplo, para que os bracarenses pudessem levar a sua marmita e ir almoçar rapidamente nesse local bem aprazível – uma alternativa económica, saudável e agradável. Mas também o acesso ao Parque de Exposições e às zonas comerciais e residenciais que se encontram naquela área contribuem para tornar essa via bem importante.

O que encontramos na atualidade é a gritante inexistência de um percurso ciclável a ligar estas duas zonas da cidade. A Avenida da Liberdade é a ligação mais direta e, uma vez que apresenta um baixo desnível, seria a via de ligação mais lógica para os ciclistas. Infelizmente, parte do percurso encontra-se ocupada por uma área ajardinada com esplanadas laterais, cuja disposição, apesar de ser bastante agradável para passear a pé, não facilita a circulação de bicicletas. Os ciclistas precisam de fazer um constante ziguezague entre os peões, num confronto que é de todo indesejável.

No troço inferior da Avenida, quando termina a área ajardinada, temos o fim do túnel e uma zona com várias faixas de trânsito e semáforos. Trata-se de uma via um tanto ou quanto difícil para ciclistas, que ficam demasiado expostos quando precisam de mudar de faixa para a esquerda (por exemplo, para seguir para o Carandá ou para Santa Tecla).

Este é um daqueles casos em que poderíamos defender, justamente, a necessidade de uma ciclovia bidirecional ao longo de toda a extensão da Avenida da Liberdade. Imagino que uma das primeiras reações seria “Mas não há espaço!…” Pois bem… em primeiro lugar, convém notar que existem várias faixas de trânsito na parte inferior da Avenida, que certamente poderiam ser reorganizadas de modo a acomodar uma faixa reservada a ciclistas. Na área ajardinada, bastaria um alterar um pouco a forma dos canteiros, de modo a acolher uma área de circulação devidamente sinalizada.

Ah… e, ainda que roubar espaço aos peões seja quase sempre péssima ideia… Se há lugar para estacionar de forma impune esta quantidade de automóveis no passeio, então não haveria espaço suficiente para, em vez disso, instalar alguns lugares de estacionamento de bicicletas e, quem sabe, uma ciclovia…?

Ciclovia na Avenida da Liberdade

A terminar, para quem possa ainda ter dúvidas… Não, estes passeios não são ciclovias e, ainda que a sua largura permita o convívio mais ou menos pacífico entre ciclistas e um pequeno número de peões, o piso é totalmente inadequado à circulação de bicicletas, tornando-se muito escorregadio quando chove.

Ciclistas Urbanos em Braga #29 e #30


Ciclistas Urbanos em Braga

Francisco Fernandes (à esquerda), da freguesia de Real, já foi ciclista profissional e esta sua bicicleta chegou a correr consigo na Volta a Portugal. Atualmente, para além de ainda servir para a prática ocasional de desporto, contribuindo para melhorar a saúde e manter a forma física, é sobretudo o seu veículo principal para as deslocações na cidade de Braga. Tal como muitos outros ciclistas, refere a falta de estacionamentos adequados como uma das principais lacunas desta cidade.

Como já vimos observando noutras ocasiões, a Avenida Central funciona como um ponto de encontro para muitos bracarenses, sejam peões ou os ciclistas. A bicicleta tem aqui uma enorme vantagem face ao automóvel, dado que nos permite parar para conversar (com outros ciclistas ou com peões), sem que isso implique ficar a interromper o trânsito, sem ter de procurar um lugar para estacionar, sem receber buzinadelas e olhares reprovadores de automobilistas…

O sr. António Casais (à direita) vem de Santa Tecla e também usa diariamente a bicicleta para as suas deslocações na cidade. A ocasião serviu para trocar algumas impressões sobre estas duas bicicletas clássicas, ambas com mais de 30 anos, mas perfeitamente restauradas e cuidadas. Ora digam lá se elas não são uma beleza!

Ciclistas Urbanos em Braga #28


Ciclistas Urbanos em Braga

O Miguel vive em Santa Tecla e trabalha na zona do Centro de Negócios (variante do Fojo). Usa diariamente a bicicleta para ir trabalhar, para fazer algumas compras e não só. A bicicleta só fica em casa quando chove…