Numa Braga poluída: o papel de cada um de nós e o da Câmara

Numa Braga poluída: o papel de cada um de nós e o da Câmara


Em Braga a poluição ambiental não é algo de que se fale regularmente. E é estranho que tal aconteça: tal como Lisboa e o Porto, Braga excede os valores máximos permitidos por lei. Sabemos hoje os riscos de saúde que corremos por vivermos em permanência em locais poluídos – e há dias um novo estudo juntou mais uma preocupação: as micropartículas libertadas também provocam diabetes tipo 2.

O grande responsável pela poluição das cidades é o automóvel particular. E, em Braga, a mobilidade assenta sobretudo neste meio de transporte poluente e ineficaz. Porém, quando se propõe que utilizemos a bicicleta, os argumentos contra centram-se na impossibilidade desta substituir em permanência um automóvel.

Ora, não é disso que se trata. O que se pretende é que, à semelhança do que acontece até em cidades de grande dimensões como Copenhaga, Barcelona ou Berlim, vejamos a bicicleta como uma alternativa ao carro para determinados percursos. É algo simples que podemos fazer, tal como fechar a água da torneira enquanto escovamos os dentes.

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