Candidatos do PS reuniram com Braga Ciclável

Candidatos do PS reuniram com Braga Ciclável


No passado dia 21 de setembro de 2019, a associação Braga Ciclável reuniu com os candidatos à Assembleia da República pelo círculo eleitoral de Braga do Partido Socialista (PS). Os candidatos José Mendes, Sónia Fertuzinhos, Palmira Maciel e Hugo Pires conversaram com Mário Meireles e Rafael Remondes sobre diversas questões relacionadas com a mobilidade em Braga.

A reunião, que surge na sequência de outras que a associação Braga Ciclável tem vindo a realizar ao longo dos últimos meses com todos os partidos, teve como principal ponto de discussão a mobilidade de Braga. Foram referidos e discutidos os principais problemas da cidade e do concelho relativamente à mobilidade. 

Do lado do PS, foi referido o problema da falta de oferta no transporte público, que em parte ajuda a explicar vários constrangimentos no trânsito. Um dos elementos do PS referiu como exemplo o problema do transporte escolar, em que muitos pais levam os seus filhos à porta da escola de carro causando engarrafamentos frequentes em vários pontos da cidade e, em especial, na Avenida 31 de Janeiro. A esse propósito, foi também dito pelos candidatos do PS que a falta de condições para o uso da bicicleta também leva a que única alternativa para a mobilidade dos munícipes seja o automóvel.

De assinalar também que foi discutido na reunião o modelo de transporte que foi sendo seguido ao longo dos anos em Braga, um modelo centrado unicamente no automóvel com largas estradas a cruzarem a cidade. Esse modelo foi classificado por José Mendes como antiquado, insustentável, e que é motivo de algum embaraço para o candidato pelo PS e actual Secretário de Estado com a tutela da mobilidade. 

Mário Meireles, da Braga Ciclável, concordou com os problemas apresentados pelos elementos do PS, deixando claro que tem sido objectivo da associação a que preside, desde a fundação, melhorar a mobilidade dos cidadãos de Braga apresentando a bicicleta como alternativa para a maior parte das deslocações urbanas. No entanto, deixou claro que para a bicicleta ser uma verdadeira alternativa será sempre preciso melhorar as infraestruturas da cidade para incentivar mais pessoas a optarem por um modo de transporte mais sustentável, seja um modo ativo ou suave (a pé, de bicicleta, de bicicleta pedelec, de skate, de patins em linha), seja também através da utilização de um modo colectivo, mas sempre em contraponto com o carro. Isto em busca de ruas mais equilibradas, mais democráticas, onde seja possível utilizar qualquer modo de transporte, sem que se corra risco de vida (ao contrário do que acontece hoje).

A reunião terminou com uma declaração de José Mendes a garantir que a mobilidade é um ponto importante no programa eleitoral do PS e que isso passa também por incentivar o uso da bicicleta mas também dos transportes colectivos, em especial o transporte público.

Braga Ciclável reuniu com CDU

Braga Ciclável reuniu com CDU


A Associação Braga Ciclável reuniu este sábado, dia 3 de junho, com o candidato da CDU às próximas eleições autárquicas, Carlos Almeida, para apresentação de uma proposta relacionada com a mobilidade urbana sustentável para Braga. Trata-se da segunda de uma série de reuniões que a Braga Ciclável pretende realizar, com cada uma das forças políticas que concorrem este ano para a eleição do próximo executivo municipal.

A associação esteve representada por Mário Meireles e Marta Sofia Silva (membros da Direção), e Luís Tarroso Gomes (membro do Conselho Fiscal), que entregaram pessoalmente ao candidato Carlos Almeida e à sua equipa um breve dossiê com algumas medidas de promoção da utilização da bicicleta e de melhoria da segurança para todos os utentes da via pública. Os utilizadores da bicicleta esperam assim que estas e outras medidas venham a ser incluídas no programa eleitoral deste ano.

As medidas propostas são diversas e vão desde a implementação dos 80 km de rede ciclável, já anteriormente prometidos pela CMB, até à colocação de bicicletários, a sobreelevação de todas as passadeiras para proteção dos peões, a criação de um sistema de bicicletas partilhadas, o aumento da frota de bicicletas das forças policiais da cidade, a implementação de programas municipais de incentivo do uso da bicicleta, entre outras.

Uma vez que o dossiê não havia sido entregue previamente, esperamos ainda receber uma resposta oficial da candidatura da CDU após a sua análise da proposta agora apresentada.

Entretanto, estão ainda a ser agendadas as reuniões com os candidatos da coligação PSD/CDS/PPM, bem como do PS.

Rua Nova de Santa Cruz

À margem deste tema foi ainda discutida a obra em execução na Rua Nova de Santa Cruz, local escolhido pela CDU para reunir com a Braga Ciclável. Relativamente a este assunto a Braga Ciclável mantém a opinião de que uma via ciclável segregada, neste caso, é uma armadilha e um erro técnico, uma vez que a obra que está a ser executada não pretende ter volumes e velocidades de tráfego automóvel que justifique essa segregação. Para além disso não existe, claramente, espaço físico para tal. Para além disso foi dito, na apresentação pública, que toda a rua, desde a rotunda da UM até perto da Fábrica Confiança, seria à mesma cota. Tal não se está a verificar. A Braga Ciclável mostra-se assim apreensiva e preocupada com a solução que está a ser implementada nesta rua.

Carlos Almeida, candidato da CDU ao Município de Braga, deu nota da sua preocupação com a execução desta obra que claramente não irá resolver os problemas de constrangimento causados ao transporte público pelo transporte individual, possivelmente irá agravar este problema, porque não é possível os autocarros se cruzarem naquilo que estamos a ver a ser implementado. Para além disso neste momento estamos a ver os automóveis a apoderarem-se do espaço destinado a paragens de autocarro, zonas de circulação de bicicletas e passeios, impedindo inclusive a circulação de pessoas no mesmo. Deixou ainda nota da preocupação sobre a solução encontrada para a bicicleta, que não lhe parece a correta.

Braga Ciclável reuniu com Bloco de Esquerda

Braga Ciclável reuniu com Bloco de Esquerda


A Associação Braga Ciclável reuniu esta esta 4ª feira, dia 24 de maio, com a candidata do Bloco de Esquerda às próximas eleições autárquicas, Paula Nogueira, para apresentação de uma proposta relacionada com a mobilidade urbana sustentável para Braga. Trata-se da primeira de uma série de reuniões que a Braga Ciclável pretende realizar, com cada uma das forças políticas que concorrem este ano para a eleição do próximo executivo municipal.

A associação esteve representada por Mário Meireles e Victor Domingos (membros da Direção), e Antony Gonçalves (membro do Conselho Fiscal), que entregaram pessoalmente à candidata Paula Nogueira e à sua equipa um breve dossiê com algumas medidas de promoção da utilização da bicicleta e de melhoria da segurança para todos os utentes da via pública. Os utilizadores da bicicleta esperam assim que estas e outras medidas venham a ser incluídas no programa eleitoral deste ano.

Braga Ciclável reune com Paula Nogueira, candidata do Bloco de Esquerda

As medidas propostas são diversas e vão desde a implementação dos 80 km de rede ciclável, já anteriormente prometidos pela CMB, até à colocação de bicicletários, a sobreelevação de todas as passadeiras para proteção dos peões, a criação de um sistema de bicicletas partilhadas, o aumento da frota de bicicletas das forças policiais da cidade, a implementação de programas municipais de incentivo do uso da bicicleta, entre outras.

Uma vez que o dossiê não havia sido entregue previamente, esperamos ainda receber uma resposta oficial da candidatura do Bloco de Esquerda após a sua análise da proposta agora apresentada.

Entretanto, estão ainda a ser agendadas as reuniões com os candidatos das coligações CDU e PSD/CDS/PPM, bem como do PS.

Programas eleitorais dos candidatos à Junta de Freguesia de S. Vítor – a mobilidade sustentável


Na reta final do período de campanha para as Eleições Autárquicas de 2013, e na sequência da Carta Aberta recentemente dirigida aos candidatos de Braga, fomos consultar os programas eleitorais dos candidatos à Junta de Freguesia de S. Vítor e selecionamos alguns dos tópicos que dizem respeito ao incentivo e facilitação do uso da bicicleta e, de um modo mais alargado, à promoção da Mobilidade Sustentável.

Esperamos que esta análise possa ser útil para a definição da vossa opção de voto de uma forma mais informada.

Fernando Correia – Cidadania Em Movimento (CEM)

  • Pressionar o executivo municipal para que crie eixos cicláveis que facilitem a mobilidade e acessibilidade às escolas e interfaces de transportes

António Esperança – Coligação Democrática Unitária (CDU / PCP-PEV)

  • Lutar pela conversão da A. Pe. Júlio Fragata, Av. Frei Bartolomeu dos Mártires e Av. João Paulo II em vias com caráter urbano, rejeitando o formato atual de via rápida, através da eliminação da divisão física da freguesia e criando condições para uma utilização mais fácil e segura para os peões e ciclistas.
  • Permitir a circulação de velocípedes nas vias de acesso reservado a transportes públicos na Rua D. Pedro V e Rua Nova de Sta. Cruz.
  • Defender a criação de zonas com limite de velocidade de 30km/h no interior de bairros residenciais e junto a escolas, recorrendo a medidas de acalmia de tráfego e desincentivar o atravessamento automóvel nestas áreas.

Coligação Juntos Por Braga (PPD/PSD, CDS-PP, PPM)

  • Insistência na reformulação da passagem da Rua D. Pedro V com a Rua Nova de Santa Cruz.
  • São Victor Ciclável – investir na promoção do uso da bicicleta, advogando uma freguesia mais amiga do ambiente e mais propícia à prática do exercício físico, bem como da salutar fruição do cicloturismo. Queremos propor itinerários, faixas cicláveis e equipamentos de apoio que permitam concretizar este projeto.

Ricardo Vasconcelos – Partido Socialista (PS)

  • Apoiar e colaborar no projeto de ligação viária e pedonal entre a Rua D. Pedro V e a Rua Nova de Santa Cruz previsto no Programa Estratégico de Reabilitação Urbana do Centro Histórico;
  • Promover a utilização da bicicleta alargando a rede ciclável entre escolas e interfaces de transportes bem como a implementação de um sistema de bicicletas partilhadas;
  • “São Victor Sem Carros” – onde se pretende o encerramento de uma rua ao trânsito automóvel durante um dia (sábado ou domingo), possibilitando a circulação de bicicletas e o aproveitamento do espaço público para outras atividades. Pretende-se ainda a criação de um link na página da freguesia, onde seja possível aos habitantes da freguesia a inscrição das suas ruas;
  • Melhorar a acessibilidade e a qualidade de vida urbana, diminuindo a poluição atmosférica e sonora através de uma maior utilização do transporte público e dos modos suaves, ajudando a autarquia a cumprir as recomendações do Livro Verde.

Programas eleitorais dos candidatos à Câmara Municipal de Braga – a mobilidade sustentável

Na reta final do período de campanha para as Eleições Autárquicas de 2013, e na sequência da Carta Aberta recentemente dirigida aos candidatos de Braga, fomos consultar os programas eleitorais dos cinco candidatos à presidência da Câmara Municipal e selecionamos alguns dos tópicos que dizem respeito ao incentivo e facilitação do uso da bicicleta e, de um modo mais alargado, à promoção da Mobilidade Sustentável.

Esperamos que esta análise possa ser útil para a definição da vossa opção de voto de uma forma mais informada. Para referência, e também porque as citações abaixo foram retiradas do seu contexto original, incluímos em cada caso ligações para os documentos originais.

Cidadania Em Movimento (CEM)

– ver programa completo –

  • Elaboração de um Plano de Mobilidade e Transportes que, contribuindo para a estruturação territorial e urbana, tenha em especial atenção o melhoramento do sistema de transportes públicos.
  • Requalificação, em articulação com o Plano de Mobilidade, das vias rápidas que hoje espartilham e retalham a cidade, transformando-as em ruas, avenidas e “boulevards” compatíveis com o carácter urbano que lhes é adequado.
  • Criação de corredores para os diversos meios de transporte público e procurar cruzá-los em pontos intermodais. Serão meios complementares aos quais será associada a criação de uma tarifa plana (passe intermodal).
  • Estabelecimento da ligação física e funcional entre a estrutura citadina e o campus universitário através da requalificação de um canal que, pensado sobretudo em termos pedonais e cicláveis, deverá ser permeável e articulado com as principais estações de transportes coletivos.
  • Constituição de pequenos parques de estacionamento para veículos privados em locais estratégicos, associando-os ao sistema de transporte público.
  • Reinvenção de formas de circulação nas zonas pedonais, nomeadamente através de um transporte público não poluente, de acordo com as necessidades da vida que aí ocorre – habitação, comércio e serviços – e promover meios de distribuição porta-a-porta.
  • Valorização, em parceria com os municípios vizinhos, do rio Cávado como unificador de diversos espaços de lazer, ligando esse eixo à cidade através de corredores verdes que valorizem estruturas ambientais existentes. Defesa da articulação destes espaços através de ecovias que venham a ligar a foz à nascente, na Serra do Larouco, e ao Gerês.

Coligação Democrática Unitária (CDU / PCP-PEV)

– ver programa completo –

  • Requalificar o parque habitacional e os espaços exteriores em articulação com as comunidades locais, dotando-os de equipamentos necessários à promoção de estilos de vida saudáveis;
  • Combater a urbanização difusa e contrair o perímetro urbano, reduzindo a área urbanizável em 10%
  • Promover a retirada do centro da cidade do tráfego de atravessamento, criando uma circular a norte e a nascente da cidade, encerrando a malha pesada destinada a maior tráfego e a maior velocidade;
  • Criar uma nova via de perfil urbano que faça a ligação entre Ferreiros e Nogueira;
  • Hierarquizar de forma clara e perceptível a todos a rede viária do concelho;
  • Valorização das vias de hierarquia superior, conduzindo ao seu reperfilamento para um carácter mais urbano, promovendo a redução da largura das vias, a eliminação de separadores centrais, a sua adequação ao limite de 50 km/h, a instalação de vias cicláveis com separação física, a criação de canais dedicados ao transporte público, o alargamento de passeios e a instalação de passadeiras, a arborização sistemática, entre outros;
  • Conversão das vias de hierarquia inferior (aquelas que correspondem ao interior dos bairros) em zonas de 30 km/h com vista ao incremento da segurança e convivência salutar entre modos de transporte, sinalizando ostensivamente recorrendo se necessário à coloração do pavimento, proibindo o tráfego de pesados, estrangulando as entradas e criando chicanes, reduzindo o espaço dedicado à circulação automóvel, ordenando o estacionamento, aumentando o espaço para peões e subordinando o mesmo aos seus percursos preferenciais;
  • Criação de rede de parques de estacionamento de elevada capacidade e com condições de segurança, na periferia da cidade e interligados com a rede de transportes públicos;
  • Implementação de sistema de bicicletas partilhadas que implique uma rede de pontos de recolha numerosa, alargada e dispersa na cidade, a par da criação de parques de estacionamento para velocípedes junto de paragens de transporte público;
  • Desenvolver campanhas de sensibilização com vista ao incremento do uso de transportes públicos e modos suaves de mobilidade;
  • Introdução em instrumentos de natureza regulamentar de medidas de promoção de coberturas e fachadas verdes, de aproveitamento energético, a par com exigências de dotações de estacionamento para velocípedes;
  • Criar soluções para a utilização de modos suaves, como incentivo junto dos jovens à sua utilização como forma de transporte prática, ecológica e saudável.
  • Elaborar a Carta dos Espaços Naturais para Práticas de Actividades Físicas para o levantamento dos espaços destinados ao pedestrianismo (trilhos devidamente sinalizados para caminhadas), percursos de BTT, locais para destinados ao Parapente, rochas equipadas para a escalada, etc.;
  • Promover a prática desportiva no Rio Cávado, nomeadamente, no apoio ao desenvolvimento do Clube Fluvial de Merelim S. Paio, na promoção da oferta de desportos náuticos pelos SASUM, na construção de uma ciclovia na margem do Rio ao longo de todo o concelho;
  • Promover pistas de BTT e downhill já existentes no concelho;
  • Descentralizar os espaços destinados a práticas de desportos radicais, nomeadamente skate e BMX;

Coligação Juntos Por Braga (PPD/PSD, CDS-PP, PPM)

– ver programa completo –

  • Desenvolvimento de um abrangente Plano de Acessibilidades Pedonal em toda a malha urbana do Concelho
  • Criação de Ciclovias, Ecopistas e Circuitos de Manutenção
  • Re-ligação pedonal da Rua Nova de Santa Cruz à Rua D. Pedro V, promovendo a aproximação da população universitária do centro da cidade;
  • Introdução de novas ciclovias e promoção de modos suaves de transporte
  • Desenvolvimento de projecto para Interface de Transportes na envolvente da Estação de Caminho de Ferro;

Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP)

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  • Promover uma política completamente nova para os TRANSPORTES PÚBLICOS URBANOS, com a substituição da atual frota, por AUTOCARROS não POLUENTES e SILENCIOSOS. Os Grandes autocarros não devem entrar no centro da cidade, sendo substituídos por pequenos AUTOCARROS ELÉCTRICOS capazes inclusivamente de servir o Centro Histórico. Defendemos também o alargamento dos horários até às 24 horas durante a semana e às 02 horas no fim de semana, e a RETIRADA IMEDIATA do trânsito particular do CENTRO HISTÓRICO.
  • Dar a maior prioridade às questões da SEGURANÇA, um dos maiores FLAGELOS dos nossos munícipes
  • Construção de um Teleférico sobre o triângulo turístico de Braga.

Partido Socialista (PS)

– ver programa completo –

  • Apoiar projectos de escolas que envolvam a Quinta Pedagógica e a Escola de Prevenção Rodoviária.
  • Lançar uma rede de ciclovias integradas nos parques e eixos viários, aproveitando as condições naturais das zonas envolventes e a sua conexão à cidade de Braga.
  • Fomentar a prática de atividade física e desporto em idade escolar.
  • Assim, numa perspetiva de sustentabilidade ambiental, energética, económica e social, determinantes essenciais de uma verdadeira cidade inteligente, é necessário promover uma maior utilização dos modos suaves e dos transportes coletivos.
  • Braga já aderiu ao “Pacto de Autarcas” que é o principal movimento europeu a envolver autarquias locais e regionais que voluntariamente se empenham no aumento da eficiência energética e na utilização de fontes de energias renováveis nos respetivos territórios. Através do seu compromisso, os Signatários pretendem atingir e ultrapassar o objetivo da União Europeia de reduzir o CO2 em 20% até 2020.
  • Prolongamento do túnel da rotunda das piscinas, de modo a ligar a Rua D. Pedro V à Rua Nova de Santa Cruz. Esta ligação permitirá o acesso automóvel, ciclável e pedonal entre o centro da cidade e a Universidade do Minho.
  • Privilegiar a utilização dos modos suaves e dos transportes coletivos, como tem acontecido com o modo pedonal. A promoção do modo bicicleta faz todo o sentido, quer na componente de reestruturação das vias, quer na componente de disponibilização dos meios (bike sharing).
  • Criar melhores condições de circulação do modo coletivo atualmente existente (BUS), designadamente nos eixos mais sujeitos a congestionamento, de modo a que se torne cada vez mais uma alternativa viável ao automóvel privado.
  • Aumentar a frequência de passagem do operador urbano de transporte coletivo (TUB) entre os principais pontos geradores de fluxos da cidade, de modo a estimular a sua utilização, promovendo a utilização de tecnologias ambientalmente mais eficientes.
  • Estudar a viabilidade económica de um transporte coletivo de grande capacidade, a circular em linha dedicada entre a Estação CF e a UM/Novo Hospital, atravessando a zona central da cidade. Devem ser equacionadas diversas alternativas (elétricos rápidos – trams, metro de superfície, metro bus).
  • Estudar a criação de uma verdadeira estação intermodal que consiga agregar os diversos modos que servem a cidade, como: o comboio, os autocarros expresso e interurbanos, os da TUB e outros.
  • Criar uma Rede Ecológica Municipal de Parques, ligada por corredores verdes, em cada ponto cardinal da cidade (Parque Norte, Sete Fontes, Parque da Ponte/Picoto, Parque na Zona Po- ente) que perfazem 123 hectares.
  • Criar um corredor verde contínuo ao longo das margens do Rio Cávado, desde Pousada até Padim da Graça.
  • Dinamizar e criar um roteiro de cicloturismo que possa potenciar a rede de ciclovias existentes e as que estão planeadas a construir, integrando com a rede de transportes públicos.

Debate sobre Mobilidade Ciclável em Braga – resumo e documentação

Debate sobre Mobilidade Ciclável em Braga – resumo e documentação


No passado dia 18 de julho, realizou-se em Braga, no GNRation, um debate sobre o tema “Mobilidade Ciclável em Braga”, dinamizado pela Associação Braga+. O tempo foi passando, entretanto, mas mais vale tarde do que nunca. Porque o que por ali foi dito e discutido merece ser guardado para memória futura e para alicerçar futuras reflexões e futuros desenvolvimentos em torno desta matéria, aqui fica um breve resumo e (mais importante ainda) a documentação com o conteúdo das apresentações dos vários oradores.

No painel de oradores, recorde-se, estiveram presentes o Eng. Baptista da Costa, o Ricardo Cruz (MUBi), Tiago Carvalho (FPCUB), Artur Silva (TUB) e este vosso amigo, em representação do Braga Ciclável.

Eng. Baptista da Costa – “A Nossa Avenida”

Baptista da Costa
Depois de um enquadramento geográfico da cidade de Braga, o Eng. Baptista da Costa identificou como um dos principais problemas a existência de uma “muralha do automóvel” em pleno centro urbano, constituída por um anel de ruas e avenidas com perfil de autoestrada. Para além de ter o seu maior polo universitário situado fora da cidade (ou melhor, fora da “muralha”), existe atualmente uma rodovia que se constitui como uma espécie de “cicatriz” na cidade, separando-a em duas metades, a norte e a sul. Essa “cicatriz” estende-se ao longo de cerca de 7km, desde Ferreiros até S. Pedro de Este. É pois, urgente, curar essa cicatriz, “remover montanhas” e “abrir portas” na indesejada muralha.

Baptista abrir portas

No entender deste especialista, a localização privilegiada dessa via permitiria criar “A Nossa Avenida”, uma nova centralidade para a cidade de Braga, em que esta passaria a crescer ao longo de um território plano, entre Ferreiros e S. Pedro de Este. Nessa larga avenida, que teria como função unir a cidade num espaço destinado sobretudo à sua fruição por parte dos cidadãos, seria reposta a hierarquia natural do espaço público, dando destaque em primeiro lugar aos peões, seguindo-se as bicicletas, os transportes públicos e, por fim, “com o espaço que restasse”, o tráfego automóvel.

Baptista perfil avenida

Para ilustrar aquilo que considera que pode ser feito na cidade de Braga, trouxe os exemplos de outras cidades que têm apostado na bicicleta como parte da solução para a sua renovação: Montreal, Nantes, Seattle, Copenhaga, Abu Dhabi.

A proposta do Eng. Baptista da Costa, de aproveitar a zona plana ao longo do rio Este, permite fazer cidade ao longo de 15 km sem declives acentuados, o que seria bom para os transportes públicos, bom para andar a pé e, claro, bom para andar de bicicleta.

Baptista abrir portas

Resumindo a sua intervenção, lembrou que nos próximos tempos a cidade de Braga precisa de “remover as montanhas” que foi erguendo ao longo das últimas décadas. Não é aceitável, por exemplo, que para atravessar uma destas avenidas com perfil de via rápida seja necessário atualmente percorrer cerca de 1000 metros. O que deve estar na nossa mira, lembra, é o lema de “criar lugares onde as nossas crianças podem brincar e os pais podem envelhecer confortavelmente”.

O texto de apoio à apresentação do Eng. Baptista da Costa pode ser lido aqui e os diapositivos mostrados durante a sessão também estão disponíveis para consulta aqui.

Ricardo Cruz (MUBi)

Ricardo cruz MUBi

Ricardo Cruz, representante da Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi), fez-se deslocar da Maia até Braga de bicicleta, dando o exemplo de como a bicicleta pode ser um meio de transporte prático no dia-a-dia, mesmo em distâncias maiores (e não, não chegou suado, note-se). Falou-nos na MUBi e nos seus projetos, incluindo a iniciativa Sexta de Bicicleta, o programa de mentorado Bike Buddy, a campanha Rodas de Mudança e o Selo MUBi “Empresa Amiga da Bicicleta”.

Seguidamente, Ricardo Cruz abordou algumas das formas como uma cidade como Braga pode aperfeiçoar a sua rede viária por forma a melhor acolher os ciclistas. As medidas possíveis vão desde a integração total da bicicleta no tráfego (utilizando as mesmas vias, mas adotando medidas de proteção como as que conduzem à acalmia de trânsito) à sua total segregação (vias separadas exclusivas para ciclistas). Cada uma dessas soluções terá aplicação prática em diferentes contextos, no entanto, salientou Ricardo Cruz, “o automóvel tem de reduzir a velocidade no meio urbano e deve sair do centro da cidade”.

O orador exemplificou ainda algumas das formas que têm sido utilizadas com sucesso noutras cidades para induzir a desejada acalmia de tráfego, bem como alguns erros a evitar na conceção de vias a serem utilizadas por ciclistas.

O relato pessoal do Ricardo Cruz pode ser encontrado no seu blog Bicla no Porto, e os diapositivos da apresentação da MUBi podem ser vistos aqui:

Tiago Carvalho (FPCUB)

Tiago carvalho fpcub
A intervenção da FPCUB também chamou a atenção da plateia para a necessidade de dar às cidades uma escala humana e investir em medidas de acalmia de trânsito.

De acordo com Tiago Carvalho, membro do Conselho Consultivo para a Mobilidade Sustentável da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta (FPCUB), “o automóvel não é como um telemóvel ou um aspirador: não podemos todos tê-lo sem que os seus propósitos iniciais de melhoria da nossa qualidade de vida saiam frustrados”. Por outro lado, “O uso generalizado do automóvel prejudica toda a sociedade; o uso generalizado dos transportes públicos e dos modos suaves, combinado com uma certa percentagem de uso particular do automóvel gera benefícios para todos”.

Entre as operações de “acunpunctura urbana” destinadas à promoção de uma cultura mais lenta, de escala local, de mobilidade suave, Tiago Carvalho destacou por exemplo a “pedonalização de ruas no centro histórico ou em bairros residenciais”; o “alargamento de passeios e de percursos pedonais na cidade, a par da sua arborização e instalação de mobiliário urbano, como bancos, mesas e quiosques que promovam a permanência de pessoas nas ruas”; a “introdução de zonas 30 e medidas de acalmia de tráfego” e a “instalação de mobiliário urbano que permita o estacionamento de bicicletas em condições de segurança e de outros aprestos que promovam a flexibilidade entre as várias tipologias de transportes públicos, expandindo o alcance da bicicleta para novas áreas”.

Ainda antes de terminar, o representante da FPCUB alertou para a necessidade de investir ativamente na promoção da bicicleta enquanto meio de transporte em escolas e universidades, de modo a incutir nas camadas mais jovens uma nova cultura mais voltada para a mobilidade sustentável.

O conteudo desta apresentação pode ser lido aqui.

Artur Silva (TUB)

Artur silva tub

Artur Silva, membro do Concelho de Administração da Empresa Municipal Transportes Urbanos de Braga (TUB), abordou na sua apresentação o TUBiclas, um projeto dos TUB para a integração da bicicleta no serviço dos transportes públicos da cidade de Braga. O projeto, que por falta de financiamento terá acabado por ficar na gaveta, contemplava três medidas principais: a criação de estações de parqueamento coberto para bicicletas, cujo uso seria pago, mas que estariam preparadas para guardar as bicicletas de forma segura durante períodos prolongados; a disponibilização dos meios de mobilidade (bicicletas eléctricas); e a complementaridade com os transportes colectivos, através do transporte das bicicletas a bordo dos autocarros.

Tubiclas estacionamento bicicleta

Escusado será dizer que esta intervenção prendeu a atenção de toda a plateia. Não só por ser um projeto ambicioso para a cidade de Braga que muitos desconheciam, mas sobretudo porque, apesar das suas virtudes e eventuais defeitos, o projeto TUBiclas terá sido arquivado por alegada falta de financiamento. Sentiu-se entre os presentes uma onda de descontentamento geral e houve até quem fizesse as contas de cabeça, para verificar até que ponto a autarquia dispunha ou não de meios de financiamento para um projeto daquela importância…

A apresentação de Artur Silva apontou também algumas das vantagens do uso da bicicleta como meio de transporte, descrevendo-a como “uma peça fundamental para uma Mobilidade Urbana Inteligente”.

Para quem afirma que Braga nunca teve tradição do uso da bicicleta, as imagens que Artur Silva mostrou, retiradas de um filme antigo sobre a fábrica Pachancho, servirão para trar todas as dúvidas. Já nessa altura muitos trabalhadores usavam a bicicleta em Braga para se deslocarem diariamente para os seus postos de trabalho.

Outro momento alto desta apresentação foi quando surgiu na tela um mapa referente à revisão do Plano Diretor Municipal – a assistência ficou a saber que o PDM em elaboração contemplaria finalmente uma “Rede de percursos e Corredores Cicláveis – Rede de uso Quotidiano”.

Tub revisao pdm rede ciclavel

Os diapositivos que foram mostrados durante a intervenção de Artur Silva podem ser consultados aqui.

Victor Domingos (Braga Ciclável)

Victor domingos braga ciclavel

O Braga Ciclável esteve também representado na mesa de oradores, para falar sobretudo da Proposta para Uma Mobilidade Sustentável. Contei como nasceu a Proposta e o trabalho que foi sendo feito na sua divulgação junto dos destinatários, e apresentei algumas das medidas que temos considerado mais urgentes, como é o caso dos estacionamentos para bicicletas no centro e a criação de um eixo ciclável estruturante entre a Estação de Braga, o centro da cidade e o Campus de Gualtar.

Debate

No final destas apresentações, houve espaço para questões do público e para o debate propriamente dito. Entre a plateia, encontravam-se Carlos Almeida (PCP/CDU), Fátima Pereira (PSD/Juntos Por Braga) e Dário Silva (Cidadania em Movimento), que falaram em nome das respetivas candidaturas às próximas eleições autárquicas na cidade de Braga. Todos eles se mostraram sensibilizados para a necessidade de apostar no desenvolvimento de uma mobilidade sustentável, apostando numa conceção estratégica da cidade, no incentivo ao uso da bicicleta e no melhoramento da rede de transportes públicos.

Carlos almeida cdu braga

Também participou no debate Rui Marques, director-geral da Associação Comercial de Braga (ACB), referindo que recebe regularmente feedback dos empresários bracarenses da área da restauração, com muitos pedidos de turistas que desejam usar a bicicleta para se deslocarem dentro da cidade de Braga ou para visitarem localidades vizinhas, como Guimarães. Rui Marques não deixou de salientar que “a questão da mobilidade urbana sustentável e o eixo ciclável estão no caderno de encargos da ACB para o próximo ciclo de governação” e que “só por falta de sensibilidade política para o bem comum é que as propostas do Braga Ciclável não serão implementadas”.

Rui Marques ACB

Estranhamente, não compareceu nenhum representante da candidatura do PS ou do atual executivo da Câmara Municipal de Braga. O que até foi pena, pois passada uma ou duas semanas a CMB inaugurou no centro uma interessante exposição onde dava destaque a projetos futuros que incluíam novos espaços verdes e cerca de 29km de ciclovias. A presença do Presidente ou do Vice-Presidente da Câmara, ou pelo menos do vereador do Trânsito, seria a nosso ver plenamente justificada e teria trazido um valioso contributo para o debate, que sairia enriquecido com elementos adicionais.

Ainda assim, foi ótimo constatar que a plateia esteve praticamente cheia do início ao fim do evento, que se prolongou até depois da meia-noite, demonstrando que esta é uma questão crucial que está realmente na ordem da dia em Braga. Foi também extremamente positivo verificar que todas as forças políticas estão de acordo quanto à necessidade de dotar a cidade de melhores infraestruturas para o uso da bicicleta como meio de transporte e de reforçar os transportes públicos. Podemos por isso esperar, a médio prazo, que a cidade de Braga irá reduzirá o número de automóveis a circular no seu interior, mas favorecendo simultaneamente o desenvolvimento económico e a melhoria da qualidade de vida da sua população.

Câmara Municipal de Braga lança nova campanha sobre ciclovias e espaços verdes


O departamento de comunicação da Câmara Municipal de Braga acaba de lançar o seguinte vídeo sobre as obras em curso e projetos para o futuro, no que se refere a espaços verdes e vias cicláveis para a cidade de Braga.

Um dado interessante: para além da referência à requalificação do Rio Este, este vídeo fala em cerca de 29km de ciclovias, a maior parte dos quais ainda por construir mas, pelos vistos, a caminho da sua construção para breve.

A mesma mensagem aparece reforçada na exposição recentemente colocada no centro, sobre a mesma temática. Um dos expositores, cuja foto foi partilhada hoje pelo Eng. Rui Gonçalves no grupo Braga Ciclável no Facebook, fala precisamente das vias cicláveis já existentes e das que serão brevemente construídas:

Expositor ciclovias cmb

Ou seja, ficamos assim a saber de projetos “desenvolvidos entre 2009 e 2013” onde se contempla uma “rede de percursos e corredores cicláveis”, dividida por três tipologias:

  • Pistas Cicláveis (total: 9,44km)
    • Ao longo do Rio Este (3155,4m)
    • Ao longo da Rodovia:
      • Rotunda Santos da Cunha – Estação (836,4m)
      • Santos da Cunha – UM (4166,1m)
      • Grundig-Rotunda Santos da Cunha (1279,4m)

  • Faixas Cicláveis (total: 5,98km)
    • Cruzamento UM – Senhora a Branca (1386,4m)
    • Rotunda Continente – Senhora a Branca (2298,7m)
    • Aldeamento Quinta da Capela – Picoto (623,2m)
    • Avenida da Liberdade – Palmes (1044,9m)
    • Rio Este – Senhora a Branca (623,4m)

  • Vias partilhadas (coexistência) (total: 13,51km)
    • “rede que se desenvolve na Área central Urbana – Cidade Consolidada – Lamaçães e que complementa a rede de pistas e faixas cicláveis propostas”

Sendo esta uma comunicação oficial da própria CMB (e não uma qualquer ação de campanha eleitoral com origem num dos candidatos), será então de supor que até ao final do atual mandato estará em curso a maior parte destes projetos. Então, isto significa que ainda este ano vamos ter em Braga um total de 9,5km de ciclovias, mais 6km de ciclofaixas, mais 13,5km de vias partilhadas com sinalização adequada, etc. Não tinha conhecimento de todos estes planos da CMB para o ano corrente. Devo dizer que é um excelente começo, caso se concretize. Não só abrange a zona da Grundig à Universidade do Minho, como liga também à Estação.

Contudo, e olhando para a informação que tem circulado nos jornais, não posso deixar de questionar sobre até que ponto serão exequíveis todos estes projetos dentro do prazo ali referido (entre 2009 e 2013). Em matéria de vias cicláveis, até ao momento, creio que apenas as obras do Picoto e o do Rio Este estão em curso. Ou seja, falta começar as obras em 6,3km de pistas cicláveis, em todas as faixas cicláveis e em todas as zonas de convivência.

Quando começam essas obras? Vão ser realizadas só depois de terminar o verão, quando voltarem as chuvas? Ou ficarão apenas para depois das eleições, caso o atual executivo continue em funções? E o que acontecerá caso haja uma reviravolta nas já próximas eleições de setembro? Estes projetos agora anunciados pela Câmara Municipal de Braga serão simplesmente arquivados pelo novo executivo, ou terão ainda assim algum tipo de continuidade?

FPCUB entrega recomendações às candidaturas autárquicas para uma Mobilidade Ciclável


A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) apresentou há dias um documento com um conjunto de recomendações para uma Mobilidade Ciclável às candidaturas autárquicas de 2013. Essas recomendações foram hoje enviadas para as várias candidaturas de Braga.

O documento em questão, que pode ser consultado nesta página, pretende ser, segundo a FPCUB, “uma base para a elaboração dos programas autárquicos das várias forças políticas no que respeita à mobilidade ciclável, lançando várias medidas que poderão ser tomadas para o aumento e melhoria da Mobilidade Ciclável nos municípios”.

Agora, resta-nos aguardar pela publicação dos programas eleitorais e pela resposta oficial de cada uma das candidaturas, em relação a este desafio da FPCUB, e também em relação a este outro lançado pelos ciclistas de Braga.

Tertúlia em Braga sobre “Urbanismo, Planeamento do território, Mobilidade e Ambiente”


Tertulia

A candidatura da CDU às eleições autárquicas em Braga promove esta 6ª feira, dia 19 de julho, às 21h30, uma tertúlia no 1º piso do Café Brasileira, subordinada ao tema “Urbanismo, Planeamento do território, Mobilidade e Ambiente”. O Braga Ciclável foi convidado e vai estar também representado no painel.

Os convidados já confirmados até ao momento são:

  • Moderador: Pedro Casinhas (geógrafo)
  • Daniel Miranda (Direção da APRUPP/ Consultor coordenador da Quaternaire Portugal, SA)
  • João Baptista (Engenheiro Civil/Estradas de Portugal)
  • Victor Domingos (Braga Ciclável)
  • …outros a aguardar confirmação.

É sem dúvida mais um evento que convém não perder, onde certamente se irá discutir tópicos de importância fulcral para a cidade de Braga, como é o caso da Mobilidade, do Ambiente e do planeamento urbano.

A entrada é livre. Apareçam! 🙂