Mais que um vício…uma coleção!

Mais que um vício…uma coleção!


Já todos tivemos ou temos uma “mania” de colecionar o quer que seja, alguma vez na vida.

Uns começaram apenas com uma moeda rara que encontraram no sótão de casa do avô e acabaram por colecionar milhares de moedas; outros colocaram o seu primeiro “magnético” no frigorífico enquanto namoravam e já contam com boas dezenas, forrando o mesmo, já casados; há quem ainda colecione algo mais comum: selos, bilhetes de cinema, cromos, miniaturas de automóveis, aviões, barcos, etc., por coincidências de vários tipos. Todo o género de coleções, para além do gosto e prazer que dão, requerem algum local onde sejam arquivados, armazenados ou expostos! Independentemente do tamanho, os colecionadores reservam o seu espaço especial para os seus bens preciosos! Locais esses que variam entre simples caixas de sapatos ou gavetas, onde colocam os seus bens mais pequenos, e pavilhões, onde apenas cabem alguns de maior dimensão. É nesta particularidade que gostaria de me centrar, na coleção de algo com dimensões consideráveis: obviamente que será uma coleção de bicicletas!

Nesta seleção existem os mais “forretas” que optam por rechear a casa com tudo relacionado com eventos deste fantástico meio de transporte de duas rodas; há quem ocupe a garagem com peças de bicicletas, com esperança de um dia conseguir montar uma bicicleta completa; há mesmo quem colecione vários tipos de bicicletas e as utilize (este caso será particularmente o meu) e há quem crie os seus autênticos museus da bicicleta! Um exemplo de um autêntico aficionado e colecionador de bicicletas é o nosso amigo Nuno Zamaro (Zé Nuno Amaro), líder da NunoZamaro Indústrias e WISE-U Creativity Fab Lab, bem conhecido cá em Braga pelo projeto BUTE (Bicicleta UTilização Estudantil), em conjunto com a Universidade do Minho. Por incrível que pareça, poderia ter acesso a milhares de exemplares de bicicletas, mas optou por colecionar algumas que considerou com valor sentimental e autênticas obras de arte. Conta com algumas ANGEL e algumas “clássicas”. Não sabe quantas bicicletas terá ao certo, mas pensa que rondam umas dezenas. Bem, Nuno, podes sempre enviar algumas para a Braga Ciclável, para desfilar na cidade de Braga. Fica a dica!

DICAS

1. Quem não souber o que colecionar, poderá sempre tentar começar por algo simples e ver se realmente será aquilo que deseja. Quem sabe, colecionar pin´s de associações, começando pelo da Braga Ciclável?

2. Há quem colecione dorsais de eventos ou mesmo flyers ou convites. Juntem os que reuniram este verão e já poderão iniciar a vossa primeira
coleção!

Em destaque

III Braga Cycle Chic é já no dia 16 de setembro. Apareçam!

Sai da frente, ó ciclista!

Sai da frente, ó ciclista!


– Quantas vezes lhe apareceu um ciclista na estrada que o deixou nervoso?

Se respondeu ou pensou “várias” ou “todas”, recomendamos que leia este artigo até ao final!

Desde Janeiro 2015 o Código da Estrada sofreu alterações, parte das quais relacionadas com a circulação de bicicletas. Uma das principais modificações foi a aplicação da regra geral de cedência de passagem também aos velocípedes. Se antes, num cruzamento não sinalizado, o ciclista tinha de deixar passar os veículos motorizados, agora simplesmente tem prioridade quem se apresenta pela direita. De referir contudo que no caso dos cruzamentos e rotundas com sinalização nada mudou, nesse caso a sinalização de cedência de passagem aplica-se a todos, independentemente de se tratarem carros ou bicicletas.

Também vale a pena referir o fim da obrigatoriedade de circular o mais à direita possível. Agora o ciclista pode e deve reservar uma distância segura e razoável, face à berma da estrada, de modo a evitar acidentes.

Uma regra frequentemente esquecida, mas muito importante, é a que obriga os condutores a abrandar e assegurar uma distância mínima lateral de 1,5 metros relativamente ao ciclista no momento da sua ultrapassagem. Adicionalmente, é obrigatório mudar para a via da esquerda durante a manobra da ultrapassagem. (mais…)

Ano Novo, Vida Nova

Ano Novo, Vida Nova


Às 12 badaladas do relógio, na noite de 31 de Dezembro 2016, toda (ou quase toda) a gente reviu o seu ano e fez votos para o novo! A maior parte desejou saúde e aumento salarial, outra grande parte desejou paz na Terra, outra desejou encontrar o amor da sua vida… votos e desejos para todos os gostos.

Em 2016 vários eventos aconteceram que irão ficar para a história:

– Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito Presidente da República Portuguesa.
– Sócrates inaugura escandalosamente o tão aguardado túnel do Marão.
– Partiu Nicolau Breyner, vítima de ataque cardíaco.
– Portugal foi campeão europeu de futebol.
– S.C. Braga vence a Taça de Portugal.
– A Braga Ciclável fez Braga pedalar com o II Cycle Chic.
– C.M. Braga anunciou o reforço da mobilidade urbana em Braga (novas ciclovias).
– Jogos Olímpicos do Brasil: Rui Costa no Top 10 do ciclismo olímpico e Telma Monteiro traz bronze para Portugal.
– Ouro e Prata para Portugal por Fernando Pimenta e Emanuel Silva, na Taça do Mundo de Canoagem.
– Emanuel Pombo e Ana Leite campeões da Taça de Enduro.
– Federação Portuguesa de Ciclismo completa 117 anos. É a mais antiga Federação desportiva portuguesa em actividade!
– Cristiano Ronaldo recebe a 4ª bola de Ouro.
– Bruxelas é atacada por terroristas.
– A Rainha de Inglaterra (Isabel II) fez 90 anos.
– Parte o lendário Muammad Ali (Cassius Clay).
– Trump foi eleito o presidente dos E.U.A..
– Morre o cantor Prince.
– Web Summit Portugal.
– A famosa Route 66 fez 90 anos.
– A Associação Braga Ciclável festeja oficialmente o seu primeiro aniversário

Será que aproveitamos bem o ano anterior? Será que continuaremos a ser os mesmos neste novo ano?


Usar o que temos e sem medo

1. Se a bicicleta é o vosso meio de transporte principal, não tenham vergonha de o mostrar, pois é dos meios mais sensatos e amigos do ambiente! Não tenham medo de arriscar um novo projecto, pois no final do ano irão estar a lamentar-se por não terem arriscado!

2. Não tenham medo de circular pelas cidades em bicicleta!
Desde que tenhamos consciência de que vamos partilhar as vias com condutores de vários tipos e nos poderemos arriscar, que usemos vestuário facilmente visível, luzes e reflectores! Nunca se esqueçam que antes de existirem automóveis, já existiam bicicletas! Aliás, o automóvel teve a sua origem a partir de uma bicicleta de quatro rodas!


(Artigo originalmente publicado na edição de janeiro de 2017 da Revista Rua)

Oh Oh Oh! Aí vem o frio…

Oh Oh Oh! Aí vem o frio…


Dezembro é o mês em que tudo acontece: mudamos de ano, trocamos presentes, sentimos as temperaturas a descer e… preparamo-nos para o frio! Os termostatos giram para o vermelho: dentro dos automóveis, dos autocarros, do metro ou mesmo do avião! Mas há um meio de transporte que não possui qualquer tipo de termostato…

Sim, pensou muito bem: a BICICLETA! Quase não há obstáculos para os utilizadores da bicicleta! Na Primavera ouvem as melodias dos pássaros, o cantar da água nos rios. No Verão ficam com tons de pele bronzeada invejáveis e, em simultâneo, não assam nas filas de trânsito. No Outono esquivam-se pelas infindáveis filas provocadas por acidentes e inundações, sem atrasos ou stress… mas agora estamos praticamente no Inverno e é disso que vamos falar!

Inverno, a estação mais fresca, mais pura, mais sentimental… Quem nunca sentiu a brisa gelada pela manhã? O mágico silêncio gelado, que nos deixa com um sorriso único, estático e vermelhuxo durante o dia? As noites mais despoluídas, mais calmas, em alguns casos mais claras, através do reflexo da lua nos mantos brancos criados pela neve ou geada?

(mais…)

Bicicleta à flor da pele…

Bicicleta à flor da pele…


“Nascida das sementes da inovação, forjada nas fornalhas da indústria, a máquina mais eficiente da Terra cria o seu mais eficiente “animal”…A Bicicleta, a nossa mais nobre invenção.” Duzentos anos de inovação e invenção imparáveis. De design complexo, simples por natureza…a bicicleta é nada mais nada menos que círculos, rodando círculos. É o motor humano que a torna elegante, brilhante. Por muito leve, avançada e bela que ela seja, o que interessa é que não paremos de pedalar. Pedalar faz parte do nosso quotidiano e assim o faremos por nós, pela nossa cidade, pelos nossos descendentes. (mais…)