Diz que era uma espécie de ciclovia…

Nem mesmo os motoristas profissionais, neste caso um taxista, respeitam o já bastante desgastado piso vermelho da ciclovia de Lamaçães. Estacionar automóveis, autocarros ou camiões sobre a faixa de rodagem da ciclovia é prática recorrente, até mesmo dentro das próprias rotundas, como aqui se vê. 

O referido taxista escolheu parar dentro desta rotunda, esperando pelos seus passageiros com o carro parado em cima da rotunda, quando havia estacionamento livre a poucos metros dali, e em local onde seria muito fácil inverter a marcha sem incomodar o trânsito nem infringir o Código da Estrada… 
É caso para dizer… Onde pára a Polícia (ou a GNR)?

Victor Domingos

4 Comments on “Diz que era uma espécie de ciclovia…”

  1. Caro (a) Mário Meireles

    A situação com nº de pedido 14738, reportada no dia 10/05/2013 encontra-se resolvida.

    Observações: As devidas reparações serão efetuadas no decorrer da primeira quinzena do próximo mês de Junho.

    Mais uma vez agradecemos toda a sua colaboração.

    Obrigado,
    C.M. Braga

  2. Aconteceu em Braga!
    Desloco-me na minha bicicleta, respeitando o código, seguindo o mais possível á direita;
    numa estrada(principal) em frente e com um cruzamento à direita, eu vou em frente quando um automobilista ultrapassa-me e vira á direita cortando-me de imediato a passagem, não sei se cheguei ou não a tocar no carro, travo e com os reflexos evito de cair já com a bicicleta inclinada, com esta situação reclamo não é que o condutor e passageiro param e saem para me agredir, fujo na bicicleta, entra o condutor no carro persegue-me no carro para me bater, vou pelo passeio que tem árvores que o impede de ele subir ao passeio e atropelar-me , mais à frente acabam as arvores ele vai com a intensão de me atropelar mas vem um outro carro e quase batem e nisso consigo fugir e vou à esquadra..
    Faço queixa e identifico a matricula. Penso que não vai dar em nada!!

    1. É impressionante o nível de falta de civismo que existe em certas pessoas! Este tipo de atrocidades devem ser denunciadas: mesmo que o automobilista não chegue a ser punido à primeira, há-de chegar uma hora em que todos os antecedentes são levados em consideração, por exemplo num tribunal.

      Felizmente, a maior parte dos automobilistas são respeitadores e só não fazem melhor porque ainda ninguém lhes ensinou.

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