Braga Ciclável reuniu com Junta de Freguesia de Gualtar

Braga Ciclável reuniu com Junta de Freguesia de Gualtar


No passado dia 18 de novembro a Braga Ciclável, representada por Mário Meireles e por Arnaldo Pires, reuniu na sede da Junta de Freguesia Gualtar com o Presidente da Junta, João Vieira.

Esta reunião, que surge na sequência de um projeto da associação de reunir com todas as freguesias da cidade, começou com a Braga Ciclável a dar a conhecer a sua fundação e formalização. Deu-se também a conhecer os vários projetos que a associação tem vindo a desenvolver, nomeadamente os diversos passeios levados a cabo durante o ano, o Cycle Chic, as cicloficinas, as aulas de iniciação à bicicleta, as propostas apresentadas a empresas privadas para a instalação de bicicletários, a criação de um mapa com os percursos mais utilizados e os pontos de procura de estacionamento, as tomadas de posição junto do Município, o trabalho de colaboração efetuado com o Município quer no período do Eng. Mesquita Machado, quer no primeiro mandato do Dr. Ricardo Rio e a atenção que damos aos projetos desenvolvidos pelo Município.

Foram discutidas algumas situações mais macro, de ligações interurbanas e de possíveis soluções para alguns pontos da cidade, mostrando-se também que há uma necessidade de melhoria das placas de sinalização na saída das autoestradas e ainda da necessidade de se criarem ligações ferroviárias entre Braga – Vila Verde e Braga e as cidades do Quadrilátero, para se poder reduzir a pressão automóvel sobre a centralidade, que Braga é. Quando João Vieira defendia a supressão da central de camionagem do local atual para a deslocar para a Estação da CP, Mário Meireles defendeu que a mesma se deve manter no mesmo local para não correr o risco de matar toda a sua envolente e as ligações ao centro, como aconteceu com o Hospital, defendendo que poderia sim ser equacionada uma estação final junta da Estação CP que servisse como zona de estacionamento dos autocarros interurbanos, mas que a Estação Central de Camionagem deve continuar a funcionar como ponto de paragem, para alimentar todo o centro e toda a sua envolvente.

Foi discutida a nível da cidade a necessidade de implementar um projeto estruturante, como é aquele que está aprovado em reunião de executivo e que contempla a Rodovia e as Avenidas da Liberdade e 31 de Janeiro, bem como a requalificação da Ciclovia de Lamaçães, pois seria esse o caminho para reverter o atual paradigma em que o carro é o preferido nas deslocações diárias. Apesar de algumas questões técnicas, que o Presidente das Junta considera que deveriam ser repensadas, e talvez até mais discutidas e explanadas, este considera que a cidade precisa de ajustar a sua infraestrutura para acolher as pessoas que pretendam utilizar a bicicleta, mas, sobretudo, para dar prioridade ao Transporte Público. João Vieira considerou ainda que o eixo estação da CP – Centro da Cidade – D.Pedro V – Rua Nova de Santa Cruz – UM – Estrada Velha de Gualtar é um eixo fundamental para a mobilidade sustentável.

O Presidente da Junta de Gualtar lamentou a falta de delegação de competências que sente, e que o deixa de pés e mãos atados, no que respeita a intervenções que podiam melhorar a mobilidade. Apesar de ser uma freguesia claramente urbana, inserida na cidade, com uma grande centralidade junto da Farmácia onde diariamente se assistem a acidentes, é uma junta que continua à espera de intervenções simples como pintar as passadeiras.

Relativamente à freguesia, o presidente da junta explicou que para a estrada nacional 103, conhecida como estrada velha, está prevista uma requalificação total, numa obra que será planeada pelo Município de Braga. Disse que soube desta realidade depois de ter requerido ao Município a criação de uma rotunda na zona da farmácia de Gualtar, ponto negro da freguesia. Aproveitou para pedir que o projeto contemplasse passeios, que hoje não existem nesta via, pistas cicláveis, vias dedicadas aos autocarros e vias para automóveis que garantam uma circulação a uma velocidade adequada àquela rua. Deu nota que poderá haver um constrangimento de espaço entre os semáforos da Universidade e o antigo Mariano. Mário Meireles disse que via com bons olhos essa solução, que permitiria ligar a zona do Novainho, onde está previsto um hub, à Universidade do Minho, dando às pessoas a segurança necessária para escolherem, em consciência e sem o obstáculo da falta de segurança, o modo de transporte mais adequado à sua viagem. Disse ainda que essa intervenção potenciaria a deslocação de estudantes a residirem para zonas como a Encosta do Sol, passando assim a ter mais alternativas. O Presidente da Junta disse ainda que esta solução poderia ser benéfica para a economia local.

Mário Meireles lembrou que foi atropelado nessa recta e que, tal como ele, muitas outras pessoas foram já atropeladas na freguesia, especialmente a pé. O presidente da junta corroborou esse facto, mostrando-se preocupado com a falta de manutenção das vias e a falta de pintura das passadeiras. Criticou ainda o facto do Município se recusar a comprar uma máquina de pintar a quente, que tem um custo baixo e garante uma duração muito maior da tinta, dando exemplos de casos em que com as pinturas atuais do município, ao fim de algumas manobras e travagens de veículos, desapareceram.

Abordou-se ainda a problemática do terreno em frente ao Campus de Gualtar, que tem a estrada nacional 103 a separar o Campus desse mesmo terreno. Defendeu-se que não se pode perder essa ligação que garante capilaridade à cidade e que liga o centro de Gualtar ao centro histórico. Cortar a nacional 103 seria, para Mário Meireles, matar a freguesia e por em causa a segurança e a acessibilidade de todos, pois a única escapatória passaria a ser a Variante do Fojo, o que é impensável. O Presidente da Junta disse que aquela ligação nunca poderia ser perdida, podendo-se equacionar uma ligação em tunel daquilo que é atualmente a nacional 103 nessa zona.

Mário Meireles disse prontamente que a era dos túneis e viadutos acabou e que em toda a Europa já há muito se começaram a destruir os existentes.

Arnaldo Pires considera que se continua a focar muito no automóvel e a esquecer as pessoas e soluções que têm como foco as pessoas defendendo que a solução não pode ser a criação de tuneis ou viadutos, uma vez que isso está mais do que provado que não é solução e apenas aumenta o problema. É necessário criar melhores condições nas ruas da freguesia, melhorar as passadeiras, sobreelevando-as, iluminando-as e garantindo a sua boa manutenção. Para este dirigente é inconcebível que numa freguesia como Gualtar continue a ser difícil andar a pé, porque os passeios ou não existem, ou são pequenos ou têm barreiras que impedem uma fluidez pedonal e desconvidam as pessoas a não andarem a pé.

Ao mesmo tempo Arnaldo Pires defende que se olhe para a freguesia e se pense de que forma é que garantimos que os nossos filhos podem ir a pé, de bicicleta ou até mesmo de autocarro para as suas atividades e de que forma é que garantimos que não há atropelamentos na freguesia. Destacou ainda que a lei das acessibilidades não foi implementada na freguesia o que é lamentável. Isto porque, na ótica de Arnaldo Pires, os atropelamentos não acontecem só aos outros, hoje foi uma pessoa, amanhã poderá ser um presidente ou um ex-presidente de junta.

O Presidente da Junta disse que nunca escondeu ser automobilista, mas considera que as ruas da cidade têm que mudar para garantir a segurança de todos.

Os dirigentes da associação deixaram ainda bem claro que sabem que numa cidade há sempre 30% da população que nunca deixará de andar de carro, mas que há pelo menos 55% da população que equacionaria uma mudança nas suas viagens se as condições fossem favoráveis para essa mudança. Apontaram que o problema é que em Braga as condições convidam todos a andar de carro, repugnando e tratando mal quem não o faz.

Ficou ainda a hipótese, por parte do Presidente da Junta, de ligar o Hospital, as Sete Fontes, o Cemitério de Gualtar e a Bela Vista através de uma ecovia, promovendo também a vertente desportiva e de lazer da bicicleta.

A Braga Ciclável deixou as portas abertas para parcerias e colaborações em projetos que promovam o uso da bicicleta como modo de transporte na freguesia de Gualtar.

Braga Ciclável reune com a Junta de Freguesia de São Vicente

Braga Ciclável reune com a Junta de Freguesia de São Vicente

No dia 04 de Novembro de 2019, a Associação Braga Ciclável reuniu com a Junta de Freguesia São Vicente, na sua sede, sendo que em representação da Braga Ciclável estiveram Arnaldo Pires e Rafael Remondes, e em representação da Freguesia esteveram Daniel Pinto e Raquel Pinto, membros do executivo.

A reunião começou com a associação a apresentar os motivos do pedido de encontro: discussão da estrutura pedonal e ciclável da freguesia; apresentação do movimento #BragaZeroAtropelamentos e do projecto Pedalo para a Escola!

A Associação defendeu a necessidade de reestruturação de alguns locais, sobretudo locais com passadeiras, começando pelo exemplo das passareiras junto da sede de freguesia que se encontram colocadas em cima das curvas , locais de menor visibilidade, que já condicionaram atropelamentos. Foi abordada a necessária implementação, urgente, da lei das acessibilidades, e discutida a necessária implementação da rede ciclável, para garantia de segurança de quem se desloca de bicicleta, na freguesia. A associação focou como necessário a ligação entre a central de camionagem e a zona pedonal, com uma zona segregada de bicicletas; assim, como a ligação das zonas residenciais, nomeadamente o bairro das Fontainhas, que se encontra em fase de implementação de Zona 30, com o centro, para que não fiquem como “ilhas sem ligação”, que não garantem, a quem ai mora, deslocar-se ativamente de bicicleta, em segurança.
Em relação ao projecto Pedalo para a Escola!, a associação apresentou o mesmo, referindo a intenção de ajudar crianças e jovens a adquirirem maior autonomia, nas deslocações pela cidade, no combate à obesidade e na envolvência na problemática das questões ambientais.
Foi destacada a falta de segurança, por excesso de velocidade praticado em determinados locais da freguesia, que impedem que os grandes bairros habitacionais permitam às crianças deslocarem-se para a escola de bicicleta.
Foi estimulada a Junta a proceder a implementação de zonas escola e pedonalização de algumas vias da freguesia, assim como à necessária revisão dos estacionamentos 5 metros antes das passadeiras.
A associação abordou o pacote técnico da Organização mundial de saúde, sobre segurança nas estradas ( Save LIVES), que onde, claramente, se destaca a necessária envolvência multidisciplinar no combate à mortalidade e sinistralidade rodoviária. Este combate começa na definição de estratégia politica e técnica, implementação das medidas e controlo da sua eficácia, assim como no necessário reforço policial para garantir o cumprimento das leis, como seja o excesso de velocidade e o estacionamento indevido.
Com base nesse documento, a associação, insistiu na necessária abordagem dos perímetros escolares, com a criação de zonas escola, que são uma mas medidas mais eficazes na redução da morbimortalidade, na seio das cidades.
Os representantes do executivo da Junta ressalvaram todos os esforços efetuados, por si, na melhorias de acessibilidades, desta que é uma das juntas de freguesia mais centrais da cidade, deixando claro que defendem que a cidade se deve preparar para que as deslocações internas sejam feitas preferencialmente a pé, de bicicleta ou de transporte público. Contudo, consideram que esse passo deve ser gradual, que a cidade foi desenvolvida com o foco no automóvel e que agora é preciso tempo para ajustar a cidade às necessárias mudanças.
Destacaram que a freguesia é uma freguesia modelo, a nível da mobilidade, com destaque para a Escola de Prevenção Rodoviária, para a implementação de Zonas Residenciais 30, passadeiras inteligentes, assim como na colaboração com o município na semana da mobilidade, com vários projetos.
Destacam que sentem serem necessários mais efectivos de policiamento, pois muitas vezes identificam estacionamentos indevidos e têm dificuldade em que se atue com a aplicação de coimas. Destacam ainda, que estão a tentar implementar a limitação de estacionamento automóvel antes das passadeiras, assim como a repintar as mesmas.
Foi valorizada a intervenção no Nó de Infias, por parte do executivo da Junta, por considerarem que a seu tempo permitirá garantir maior escoamento automóvel, de e para a cidade. Trata-se de uma obra complexa que exige concertação entre as Infraestruturas de Portugal, Município e Junta.
A Braga Ciclável mostrou-se disponível para colaborar, na medida do possível, com a Junta de Freguesia e o executivo mostrou total disponibilidade para eventuais acções da associação na freguesia.
A associação irá reunir todas as semanas com uma freguesia urbana, tendo para isso encetado contactos com todas as juntas inseridas no perímetro urbano.
Braga Ciclável reune com UF de S. José de S. Lázaro e de S. João do Souto

Braga Ciclável reune com UF de S. José de S. Lázaro e de S. João do Souto

No dia 28 de Outubro de 2019, a Associação Braga Ciclável reuniu com a Junta da União de Freguesias de S. José de S. Lázaro e de S. João do Souto, na sua sede, sendo que em representação da Braga Ciclável estiveram Victor Domingos e Arnaldo Pires, e em representação da União de Freguesias esteve o Presidente do Executivo, João Pires, e a Vogal Amélia Rodrigues.

A reunião começou com a associação a louvar o exemplo que o Sr Presidente da Junta dá, ao utilizar regularmente a sua bicicleta, em deslocações pela cidade; e apresentou os motivos do pedido de encontro: discussão da estrutura pedonal e ciclável da freguesia; apresentação do movimento #BragaZeroAtropelamentos e do projecto Pedalo para a Escola!

A Associação defendeu a necessidade de re-estruturação de alguns locais, sobretudo locais com passadeiras, onde regularmente ocorrem atropelamentos, como a passadeira perto da rotunda de São João Batista e as passadeiras do Fujacal. Foi abordada a necessária implementação, urgente, da lei das acessibilidades, e discutida a necessária melhoria da rede ciclável, para garantia de segurança de quem se desloca de bicicleta para o centro e do centro para fora da cidade. A associação garantiu a possibilidade de segregação da Avenida da Liberdade, com um orçamento de 73 mil euros, que chegou a ser enviado como proposta de orçamento participativo, municipal, que foi chumbado antes de votação.
Em relação ao projecto Pedalo para a Escola!, a associação apresentou o mesmo, referindo a intenção de ajudar crianças e jovens a adquirirem maior autonomia, nas deslocações pela cidade, no combate à obesidade e na envolvência da problemática das questões ambientais.
Foi destacada a falta de segurança, por excesso de velocidade praticado na estrada nacional, inserida na cidade, da zona que vai do parque de campismo até à rotunda de São João Batista.O presidente da junta ressalvou todos os esforços efetuados por si nas melhorias de acessibilidades, desta que é uma das juntas de freguesia mais centrais da cidade, deixando claro que defende que a cidade se deve preparar para que as deslocações internas sejam feitas preferencialmente a pé, de bicicleta ou de transporte público. Destacou a dificuldade de ajustes nas estruturas que pertencem ao IP, assim como destacou que desde 2006 que tentam resolver o problema dos atropelamentos no Fujacal, sem que até agora tenha conseguido uma intervenção eficaz.

O Sr Presidente louvou, ainda , a existência de 3 orçamentos participativos, que envolvem a freguesia, sendo que um deles contempla a pedonalização da rua do Anjo. A associação destacou, que essa rua iria beneficiar com essa medida, caso fosse implementada, contudo alertou que seu piso, e passeios, não são amigáveis para peões e utilizadores de bicicletas.

Lamentou não conseguir fazer mais por não ter mais delegação de competências, defendendo que se deveria munir as freguesias de mais competências para aumentar a eficiência da resposta. Considera, também, que a gestão de todas as estruturas viárias da cidade deveria passar para a alçada do município, facilitando sua reparação ou alteração de acordo com as recomendações, sem se ter de recorrer ao IP.

A Braga Ciclável mostrou-se disponível para colaborar, na medida do possível, com esta União de Freguesias.

No final a associação entregou um pacote técnico da Organização mundial de saúde, sobre segurança nas estradas ( Save Lives), que onde, claramente, se fala na necessária envolvência multidisciplinar no combate à mortalidade e sinistralidade rodoviária. Este combate começa na definição de estratégia politica e técnica, implementação das medidas e controlo da sua eficácia, terminando na necessária equipa de apoio clínico pré-hospitalar, pronta e eficaz.
Com base nesse documento, a associação, insistiu na necessária abordagem dos perímetros escolares, com a criação de zonas escola, que são uma mas medidas mais eficazes na redução da morbimortalidade, na seio das cidades. Como exemplo foi apresentado o Kénia e a Coreia do Sul.
A associação irá reunir todas as semanas com uma freguesia urbana, tendo para isso encetado contactos com todas as juntas inseridas no perímetro urbano.
Braga Ciclável reune com UF de Lomar e Arcos

Braga Ciclável reune com UF de Lomar e Arcos


A Associação Braga Ciclável reuniu com a Junta da União de Freguesias de Lomar e Arcos, em Lomar, sendo que em representação da Braga Ciclável estiveram Mário Meireles e Arnaldo Pires, e em representação da União de Freguesias esteve o Presidente do Executivo, Manuel Dias.

Mário Meireles começou por apresentar a conhecer a associação, fazendo uma breve introdução da mesma e o caminho até aqui percorrido, passando depois Arnaldo Pires a apresentar o movimento cívico #BragaZeroAtropelamentos.

Posteriormente foram debatidas questões de mobilidade com esta estrutura autárquica, nomeadamente a recém requalificada pela IP – Infraestruturas de Portugal, a Estrada Nacional 319. O presidente desta União de Freguesias teceu críticas à IP por esta fazer ouvidos de mercador às reivindicações enviadas por escrito, e conversadas no terreno por parte desta junta. Reivindicações essas que, no entender do Presidente do Executivo da União de Freguesias, melhorariam as condições de circulação a pé, e também de bicicleta, a quem se desloca nesta união de freguesias. Essas reivindicações passavam pela criação de passeios ao longo da EN319, a colocação de passadeiras semaforizadas, por exemplo, na Mouta, a regularização de rotundas e ainda a acessibilidade nas passadeiras, que terminam muitas vezes em lancis de 30 cm de altura.

O presidente da junta ressalvou todos os esforços efetuados por si nas melhorias de acessibilidades desta que é uma das entradas da cidade, sendo que estas freguesias se encontram já dentro dos limites da cidade, deixando claro que defende que a cidade se deve preparar para que as deslocações internas sejam feitas preferencialmente a pé, de bicicleta ou de transporte público. Para isso “a cidade deve ter bons acessos automóveis até às entradas e permitir que as pessoas se desloquem, de uma forma rápida, até à cidade a partir desses bons acessos”.

Falou ainda do projeto de expansão da BOSCH, do crescimento da freguesia ao longo dos anos, do projeto de expansão da via pedonal e ciclável do Rio Este, da requalificação, “pensada para não se fazer uma obra e a seguir esburacar tudo”, das ruas que ligam a ponte pedrinha até ao Intermarché – que fará com que as pessoas possam andar a pé ou de bicicleta em segurança -, bem como do crescimento da freguesia nos lugares do Ventoso e Outeiro.

Lamentou não conseguir fazer mais por não ter mais delegação de competências, mas deixou o alerta que com as competências é preciso passar também o envelope financeiro. Ainda assim defende que as grandes obras nas freguesias devem ser da responsabilidade do Município, defendendo que deveria este munir as freguesias de mais competências para aumentar a eficiência da resposta. Considera, também, que a gestão de todas as estruturas viárias da cidade deveria passar para a alçada do município, facilitando sua reparação ou alteração de acordo com as recomendações, sem se ter de recorrer ao IP, que ao considerar uma estrada como nacional, não entende que estas muitas vezes se inserem em zonas habitacionais, com necessidades diferentes de acalmia de tráfego e maior segregação, como criação de passeios e ciclovias.

A Braga Ciclável mostrou-se disponível para colaborar, na medida do possível, com esta União de Freguesias.

A associação irá reunir todas as semanas com uma freguesia urbana, tendo para isso encetado contactos com todas as juntas inseridas no perímetro urbano.

Braga Ciclável no “Vamos falar?”, da Braga Cultura 2030

Braga Ciclável no “Vamos falar?”, da Braga Cultura 2030


A Braga Ciclável, representada nesta iniciativa por João Forte, participou na passada semana, e a convite da Braga Cultura 2030, numa iniciativa que dá pelo nome de “Vamos falar?”, que decorreu no complexo desportivo da Rodovia.

Esta iniciativa pretende auscultar cidadãos e várias entidades no âmbito da estratégia cultural “Braga Cultura 2030”, com vista ao repensar o espaço público, incluindo os cidadãos nesta reflexão.

Numa agradável conversa informal, e durante quase duas horas, a Braga Ciclável partilhou, de forma dinâmica, ideias e opiniões sobre a temática da mobilidade na cidade e no concelho de Braga, focando os principais desafios e prioridades neste domínio, nomeadamente a criação de segurança nos principais eixos identificados como tendo muito pontencil ciclável e já hoje utilizados por quem opta pela bicicleta como modo de transporte.

Debateu-se também a questão da segurança rodoviária e iniciativas que possam decorrer no âmbito da Braga Cultura 2030. Na mesa estiveram presentes várias gerações de cidadãos, tendo os mesmos debatido várias questões, com um foco principal na vertente cultural.

Para mais informações sobre esta iniciativa:  https://www.bragacultura2030.pt/