Pedalo para a Escola!

Pedalo para a Escola!


Pedalo para a escola!

O Pedalo para a Escola é um novo projecto, da Braga Ciclável, que pretende estimular os jovens a deslocarem-se, de bicicleta, para a escola. O seu início decorrerá no dia 25 de Setembro de 2019, e decorrerá todas as quartas feiras.

A utilização de bicicleta apresenta inúmeros benefícios para o jovens, desde aumentar a capacidade de concentração para o estudo, promover a melhoria da capacidade cardiorrespiratória, diminuir a ansiedade, aumentar a capacidade de orientação espacial, na cidade, e promover a autonomia.

Nesse sentido a Braga Ciclável definiu um trajeto (LINHA 1), para já único, que passará por 3 escolas: Escola Secundária Carlos Amarante; Escola Básica Francisco Sanches e Colégio Teresiano.

Assim, os alunos e seus encarregados de educação, que vivam nas imediações deste trajeto, podem comparecer nas cicloparagens (7 no total), nos horários definidos, e entrar na coluna de bicicletas que se deslocará de Nogueira à Rua do Taxa, de manhã, e no sentido inverso à tarde.

 

Horários e  cicloparagens:

IDA

1- Rua de Vila Nova, Nogueira, junto ao semáforo da Agrimil —- 07H55  — Símbolo: SELIM

2- Imediações da paragem de Autocarro, em frente à Carclasse —- 08H00 — Símbolo: CORRENTE

3- Imediações da paragem de Autocarro, na Devesa, perto da Rotunda de São João —- 08H03 — Símbolo: DESVIADOR

4- Imediações da paragem de Autocarro, na 31 de Janeiro, perto da BP —- 08H05 — Símbolo: RAIO

5- Imediações da paragem de Autocarro, em frente ao café Chave d’ouro —- 08H10  — Símbolo: PRATO

6 – Imediações da M & Costa, na Rua de São Victor —- 08H12  — Símbolo: PEDAL

7- Em frente ao Colégio Teresiano —– 08H15  — Símbolo: ALOQUETE

REGRESSO A CASA

7- Em frente ao Colégio Teresiano —– 16H50

6 – Imediações da M&Costa, na rua de São Victor —- 16H53

5- Imediações da paragem de Autocarro, em frente ao café Chave d’ouro —- 16H55

4- Imediações da paragem de Autocarro, na 31 de Janeiro, perto da BP —- 17H00

3- Imediações da paragem de Autocarro, na Devesa, perto da Rotunda de São João —- 17H03

2- Imediações da paragem de Autocarro, em frente à Carclasse —- 17H10

1- Rua de Vila Nova, Nogueira, junto ao semáforo da Agrimil —- 17H13

 

Cada cicloparagem terá o nome de um acessório de bicicleta, para ser mais estimulante para os jovens, como podem verificar na imagem.

Aconselha-se a que crianças pequenas sejam transportadas em cadeira ou atrelado, pelos encarregados de educação, e os adolescentes, que garantidamente consegue deslocar-se de bicicleta no trajeto definido, cumprindo as regras de trânsito, sejam acompanhados pelos pais ao longo do trajeto casa-escola. Convém ter atenção ao vestuário e adaptar de acordo com as condições climatéricas. Não existe mau tempo, apenas equipamento desadequado.

 

A Braga ciclável não se responsabiliza por eventuais acidentes que decorram ao longo do trajeto, contudo garante a presença de um adulto que, também, se deslocará de bicicleta com os seus filhos. Qualquer acidente que decorra desta deslocação pode e deve ser reportado ao seguro escolar. A Braga Ciclável fará chegar a informação às escolas e associações de pais. Qualquer dúvida não hesite em contactar a Braga Ciclável.

 

 

“Pedalar e dar as mãos contra o Linfoma”

“Pedalar e dar as mãos contra o Linfoma”


No dia 15 de setembro de 2019, Dia Internacional do Linfoma, está planeado o “Pedalar e Dar as Mãos contra o Linfoma” em Braga, na Praça da República.

Esta iniciativa, da APLL – Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas, conta com o apoio da Braga Ciclável!

Setembro é o mês da consciencialização sobre as Doenças Malignas do Sangue

Este ano, a APLL Portuguesa de Leucemias e Linfomas está a organizar várias atividades para alertar para as Doenças Malignas do Sangue

Esta iniciativa surge com o objetivo de sensibilizar a Opinião Pública para um conhecimento geral sobre estas doenças, sobre a nossa Associação e as atividades desenvolvidas com os doentes, contribuindo assim para uma melhoria da sua qualidade de vida.

A principal atenção estará nos programas de reabilitação física dos doentes “Pulsar”, “De volta à forma” e “Viver Melhor”estando planeada uma tertúlia com a participação dos Professores e dos participantes nas aulas. Estes programas, disponíveis para todos os doentes oncológicos, têm demonstrado ser um sucesso entre todos. Permitem a reabilitação física dos participantes através da recuperação da massa muscular e aumento da mobilidade motora, bem como a melhoria da flexibilidade dos membros superiores e inferiores de cada doente!

Haverá um “Pedalar contra o linfoma” – pequeno passeio de bicicleta pelo centro da cidade, mantendo assim a tradição de uma das primeiras atividades desenvolvidas pela APLL.

Para terminar o evento, todos os participantes unidos farão um cordão humano à volta da fonte, simbolizando a força de todos nós contra as doenças malignas do sangue – juntos somos + FORTES.

Reunião entre a Braga Ciclável com os candidatos do Partido Aliança, na lista pelo circulo eleitoral de Braga

Reunião entre a Braga Ciclável com os candidatos do Partido Aliança, na lista pelo circulo eleitoral de Braga

No dia 2 de setembro de 2019, pelas 19H00, a Associação Braga Ciclável, reuniu com os candidatos do Partido Aliança, na lista do Aliança pelo circulo eleitoral de Braga, Luis Cirilo, Carlos Vaz, José Vieira e Luís Pinto, no Parque da Ponte, em Braga. A representar a associação estiveram Mário Meireles, Victor Domingos, Manuela Fernandes, Sara da Costa e Arnaldo Pires.
A pedido do Partido Aliança foi agendada esta reunião para se debater quais as medidas que se deverão tomar para fomentar mobilidade ativa e, sobretudo, o que muito há a fazer para melhorar a segurança dos utilizadores de bicicletas e peões.
Luis Cirilo iniciou a reunião destacando as preocupações do partido a nível ambiental e de mobilidade sustentável pretendendo ouvir os dirigentes da Associação sobre o que defendem para Braga, como projetos e alterações a realizar, para melhorar a mobilidade atual de peões e utilizadores de bicicletas.
Victor Domingos e Mário Meireles realizaram uma resenha histórica do que foi o início da Braga Ciclável e como esta evoluiu ao longos dos últimos ano. Apontaram as dificuldades mais debatidas pelos utilizadores de bicicletas, nomeadamente a falta de segurança para as crianças andarem de bicicleta na cidade, nomeadamente se deslocarem para a escola.
Foram debatidos os pontos mais preocupantes da cidade, em termos de segurança rodoviária, e o que se pode vir a desenvolver para dinamizar a mobilidade ativa, segura, e mais sustentável na cidade de Braga.
Debateu-se ainda que o estacionamento direcionado para as bicicletas é insuficiente, e em alguns, casos desajustado. Foi sugerida pela Braga Ciclável a implementação de bicicletários em todas as escolas do concelho, como medida para estimular a mobilidade ativa e autónoma das crianças.
 
Outros temas abordados foram os atropelamentos de peões, a mobilidade ativa e a sustentabilidade ambiental, e o impacto positivo sobre a qualidade de vida dos habitantes, com benefícios para a saúde, economia pessoal e ambiente. Apresentado o movimento #BragaZeroAtropelamentos e discutida intenção por detrás do mesmo, dando exemplos de cidades com visão zero e os bons resultados que obtiveram.
Livros com pedal – Books by bike

Livros com pedal – Books by bike


Nos dias 6 e 7 de setembro, duas bicicletas iluminadas com leds vão circular nas ruas do centro histórico e oferecer livros, sugestões de leitura e um flyer desenvolvido pela Braga Ciclável.

A organização está ao cargo da BLCS – Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em parceria com a Associação Braga Ciclável e o Grupo de Teatro Malad’arte.

Aulas de Iniciação à Bicicleta e Cicloficina na Praça da Justiça

Aulas de Iniciação à Bicicleta e Cicloficina na Praça da Justiça


No dia 7 de setembro de 2019, do próximo sábado a 8 dias, a Braga Ciclável, numa co-organização com a Junta de Freguesia de São Victor, vai organizar um duplo evento na Praça da Justiça, entre as 09:00 e as 13:00.

Nesse dia serão realizadas aulas de iniciação à bicicleta para adultos e crianças. Estas aulas, que serão dadas por professoras devidamente credenciadas para o efeito e associadas da Braga Ciclável, permitirão a todas as pessoas que não saibam pedalar ter a oportunidade de aprender a fazê-lo. Nesse sentido todas as pessoas que queiram aprender estão convidadas a aparecer no evento.

Ao mesmo tempo, e na mesma praça, decorrerá a cicloficina, onde as pessoas poderão aprender técnicas básicas de manutenção das bicicletas. Para isso estarão presentes dois mecânicos, também eles associados da Braga Ciclável, que auxiliarão as pessoas a efetuarem a manutenção da própria bicicleta. Isto poderá passar por simples afinações, a trocas de componentes como sejam câmaras de ar ou pneus.

A Junta de Freguesia de São Victor alia-se a este evento no âmbito do seu programa autárquico “São Victor Ciclável”. Para Ricardo Silva, presidente da junta de São Victor, “todas as ações que visem a mobilidade em bicicleta são de apoiar, uma vez que este é um modo de transporte que deve ser estimulado a ser utilizado na cidade.” O presidente da autarquia mais populosa de Braga e a 31ª mais populosa do país diz ainda que “é necessário alterar os hábitos de deslocação na cidade e escolher o melhor modo de transporte. A bicicleta pode ser o melhor modo de transporte, mas para isso é preciso que as pessoas saibam andar de bicicleta. Infelizmente muitas crianças não sabem andar de bicicleta e ainda temos adultos que nunca aprenderam a andar. É para colmatar essas falhas que também nos aliamos a este evento. Isto porque toda a gente tem memória de andar de bicicleta e, por norma, essas memórias são muito boas.”

Mário Meireles, presidente da Braga Ciclável, diz que estas ações e eventos têm vindo a ser habituais no plano de atividades da associação, mas que os eventos por si só não bastam. “Podemos fazer eventos todas as semanas, mas com as ruas que hoje temos as pessoas têm medo de utilizar a bicicleta. Das duas uma, ou vamos ter pessoas a utilizar a bicicleta nos passeios – o que está errado, ou vão correr riscos na estrada. Precisamos de reorganizar as nossas ruas para que a bicicleta tenha ali um lugar seguro e seja, efetivamente, uma alternativa. Apenas assim poderemos fazer com que as crianças que aprendem a andar de bicicleta a utilizem para, autonomamente ou acompanhadas pelos pais, se deslocarem para a escola.”

Quanto mais pedalo mais gosto de ti

Quanto mais pedalo mais gosto de ti


Não é fácil ser-se ciclista em Portugal e, pela minha experiência, é muito difícil ser-se ciclista em Braga. Descrever o que é um ciclista é algo que não é simples, pois pode ser o mero utilizador ocasional da bicicleta, um desportista que vai ou para o monte com a sua btt ou para a estrada com a sua bicicleta de estrada, ou mesmo aquele cidadão que utiliza a bicicleta no seu dia-a-dia, que pode incluir a ida para o trabalho, às compras ou uma mera voltinha urbana. Sim, é um dia-a-dia real para cada vez mais cidadãos, que aumenta exponencialmente quando as infra-estruturas surgem. Urge combater a carrocefalia e promover mais e melhores transportes públicos, mais e melhores áreas pedonais e os modos suaves, onde a bicicleta tem um papel preponderante. E menos veículos na cidade, pois o caminho é este!
Também não é fácil lidar com tanto preconceito e, diga-se, ódio para com os ciclistas, por parte de alguns automobilistas, que veem as bicicletas como uma ameaça ao seu feudo automóvel. Ou então lidar com as ainda frequentes razias ou “chega para lá” por parte de alguns. Eu já fui alvo de razias por parte de camiões, autocarros e automóveis. Já tive de me mandar para a berma para não ser atropelado. E não, não passo os vermelhos ou as passadeiras de bicicleta.
Assusta ler as caixas de comentários das redes sociais sempre que a PSP ou a GNR sensibilizam para a necessidade de dar 1,5 metros aos ciclistas. Tanta intolerância e ódio para quem opta pelas bicicletas e tanta tolerância e passividade perante centenas de mortes nas estradas. Preocupante!
Contudo, e mesmo apesar disto tudo, quanto mais pedalo mais gosto das bicicletas. É um meio de transporte barato e tremendamente eficaz nas pequenas e médias distâncias, não paga estacionamento, não polui, não congestiona, promove a saúde e o bem-estar. E a sensação de alegria é uma verdadeira maravilha que não desaparece com os anos. Chega-se ao trabalho mais contente e é-se mais produtivo. Claro que há que utilizar o vestuário indicado para a ocasião, algo esquecido por muitos.
Para quem, como eu, sempre andou de bicicleta e nunca parou de o fazer, as coisas são mais fáceis, mas para quem anda pouco de bicicleta, as coisas são mais difíceis. Há toda uma forma de condução defensiva que é necessário promover, algo que faz com que muitos andem de bicicleta em alguns passeios, algo que compreendo e, diga-se, defendo em casos específicos, onde é possível a coabitação de peões e ciclistas. Urge reflectir!

Obras colocam em perigo utilizadores da ciclovia de Lamaçães

Obras colocam em perigo utilizadores da ciclovia de Lamaçães


Quando há uma obra na via pública é muitas vezes necessário criarem-se desvios ou simplesmente sinalizar temporariamente novas vias de circulação. Este procedimento surge não só para obras na via pública, mas também para obras de novas construções que levem à ocupação da via pública, muitas vezes para a criação do espaço necessário para estaleiro de obra e/ou para espaço de colocação de grua. O normal, nestas situações, é que se criem percursos alternativos para os diversos modos de transporte.

Por vezes é necessário suprimir lugares de estacionamento automóvel para que se mantenham os dois sentidos de trânsito e, ao mesmo tempo, criam-se duas passadeiras temporárias. Um destes exemplos em Braga é a obra em execução na Rua Gabriel Pereira de Castro.

Noutras alturas é necessário alterar, temporariamente, a paragem de transporte público, suprimir lugares de estacionamento e criar passadeiras temporárias, como aconteceu com a obra na Pousada da Juventude.

Há outros casos que a supressão da via pública se limita ao passeio, e aí é muitas vezes criada uma passagem que substitui o passeio, como aconteceu já na Rua dos Chãos ou na Rua de São Sebastião ou até mesmo na Avenida da Liberdade.

Ora se assim é nestas situações, porquê que quando nos deparamos com a ocupação da via pública a ser feita em passeio e ciclovia, não se cria uma alternativa para a ciclovia?

É assim que acontece em Amesterdão, em Berlim, ou em qualquer cidade que tenha a bicicleta em conta como parte da solução para a mobilidade, que a veja de uma forma séria e que, acima de tudo, tenha uma estratégia e um plano para a promoção da mobilidade em bicicleta, para além de um plano de mobilidade urbana sustentável!

Em Lamaçães hoje deparamo-nos com uma ocupação de via pública, fruto de uma obra que está a arrancar, que suprime o passeio e a ciclovia, mas que apenas cria alternativa para o passeio. Isto leva a que as pessoas que ali circulam de bicicleta tenham que se desviar deste obstáculo sem qualquer sinalização ou percurso temporário definido, ficando assim ainda mais em risco a sua segurança!

Os desvios temporários de trânsito, seja ele em que modo de transporte for, têm como principal objetivo garantir a segurança dos utilizadores dos modos de transporte desviado. Neste caso os utilizadores daquela ciclovia não têm a sua segurança garantida!

Isto é mais uma demonstração da falta de cuidado, de valorização da utilização da bicicleta e de dar garantias de segurança para aqueles que utilizam a bicicleta em Braga, por parte do Município que tem o papel de autorizar, fiscalizar e planear estas situações.

Uma viagem até ao mundo das bicicletas

Uma viagem até ao mundo das bicicletas


Olá, eu sou a Sandra tenho 24 anos e sou Engenheira Informática e, portanto, tenho pela frente uma vida propícia a muita movimentação, atividade física e energia. Só que não!

Comecei a trabalhar há cerca de dois anos no Porto e, como tal, o uso de transportes públicos e o uso do carro faziam parte do meu dia-a-dia. Todos os dias fazia a viagem Braga-Porto, Porto-Braga. Eram duas horas do meu dia despendidas a andar de autocarro, que somadas às oito horas de trabalho me tiravam qualquer energia existente para praticar qualquer tipo de exercício físico.

Enquanto isso, via as pessoas à minha volta a começarem o dia a caminhar, a correr e a deslocarem-se de bicicleta para o trabalho. Também eu queria fazer parte deste grupo de pessoas.

Quando surgiu a oportunidade de me mudar para Braga uma das coisas que tive em conta na minha decisão foi a possibilidade de poder transformar a aborrecida viagem casa-trabalho em algo agradável.

Tinha já em mente mil e um planos, mas como qualquer grande parte das boas intenções que temos não passa disso mesmo…uma boa intenção. Optei pelo caminho mais fácil: deslocar-me de carro e a mudança de uma hora para oito minutos de viagem parecia fantástica e até me dava a ilusão de ganhar tempo para fazer o tão necessário exercício. Isto até me deparar com o tão desagradável trânsito da Universidade. Aí já não eram 8 minutos, mas sim tempos infinitos no pára-arranca que me deixavam frustrada e maldisposta.

Com a chegada dos dias de sol todo o propósito da mudança da vida sedentária voltou a ganhar força, de tal forma que reparei numa alternativa mesmo em frente dos meus olhos: tinha perto de mim e ao meu dispor uma ciclovia que ligava a Universidade ao Polo de Negócios, o meu atual local de trabalho. Era a altura certa para a mudança!

Juntei o gosto que sempre tive por andar de bicicleta ao encorajamento, que o meu namorado e amigos me davam, para tirar o pó à bicicleta que estava parada em casa e a trazer até as ruas da cidade de Braga.

Fiz a minha primeira viagem a medo, não vou mentir. O trânsito infernal, a velocidade a que os carros circulam na zona das rotundas da Universidade e do INL, aliadas à falta de respeito que os condutores tinham e têm para com os ciclistas assustavam-me. Ainda hoje me sinto insegura até chegar à zona em que realmente existe a ciclovia, mas a verdade é que sinto que isso é um mal menor comparado com a energia e boa disposição que a bicicleta repôs nas minhas manhãs e finais de tarde. A vontade de pedalar deu lugar ao cansaço e stress que acabam por ficar pelo caminho.

Deixei o carro, poupei no combustível, passei a contribuir para o bem do planeta e, sem perceber, cumpri o desejo de voltar a introduzir o exercício físico e, desse modo, melhorar a minha qualidade de vida.