Girls Lean In em Braga… com Laura Alves

Girls Lean In em Braga… com Laura Alves

A Braga Ciclável e a Go By Bike são parceiras do meetup mensal da Girls Lean In, que acontece no dia 25 de Novembro, tendo como convidada a Laura Alves, ciclista urbana e coautora do livro “A Gloriosa Bicicleta – Compêndio de Costumes, Desvarios e Emoções em Duas Rodas”. O evento acontece às 19 horas nas instalações da Go By Bike, na Rua de São Marcos. (mais…)

Braga Ciclável reuniu com Câmara Municipal de Braga

Braga Ciclável reuniu com Câmara Municipal de Braga

A Associação Braga Ciclável requereu à Câmara Municipal de Braga (CMB) uma reunião com o seu Vice-Presidente, Dr. Firmino Marques, e o Vereador Prof. Miguel Bandeira, no sentido de esclarecer algumas questões pendentes sobre a Via Ciclável entre a Universidade do Minho e o Centro Histórico (cuja implementação havia sido programada para a Semana Europeia da Mobilidade), sobre a falta de manutenção e sinalização dos estacionamentos para bicicletas colocados em 2013, e para ficarmos a conhecer um “Projeto Braga Ciclável” recentemente mencionado à comunicação social por parte de responsáveis da autarquia.

Na sequência deste pedido, realizou-se na passada Quinta Feira, 12 de Novembro, uma reunião na CMB onde estiveram presentes Mário Meireles, Eliana Freitas, Manuela Sá Fernandes e Marta Sofia Silva, em representação da Braga Ciclável, o arquiteto Luís Vaz, Assessor do Vice-Presidente, e o arquiteto João Paulo, do Departamento de Trânsito do Município. A autarquia encontra-se a estudar possibilidades de intervenção na Rua D. Pedro V, tendo solicitado o parecer da Braga Ciclável dado o papel ativo que esta tem desempenhado na promoção da mobilidade em bicicleta na cidade.

Recorde-se a este propósito, que a Braga Ciclável há muito que defende publicamente que a Rua D. Pedro V, juntamente com a Rua de S. Vítor e a Rua Nova de Santa Cruz, constitui um dos principais eixos de acesso ao centro da cidade, para quem vem da zona Este (incluindo, com particular relevância, toda a zona residencial de São Vítor e a zona do Campus Universitário de Gualtar), bem como a principal via de acesso entre o Campus e a Estação. Sendo uma via utilizada diariamente por um grande número de utilizadores de bicicleta, em ambos os sentidos de circulação, e uma vez que não existe uma alternativa mais viável, torna-se imperioso ajustá-la de forma a melhor acolher estes utilizadores, em condições de conforto e segurança.

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Uma das soluções poderia passar pela colocação de faixa ciclável, com marcação horizontal azul, no sentido Este-Centro, a qual poderia incluir a reserva de uma faixa de 20 cm de largura para proteção em relação à berma da estrada, contando a partir daí com uma largura de cerca de 1,20 m para circulação de bicicletas.

A Braga Ciclável entende que a colocação de uma faixa ciclável segregada encostada à direita, sem separação física, ainda que a intenção possa ser a de alertar os condutores de automóveis para a presença de velocípedes em sentido contrário, tem a desvantagem de induzir os utilizadores de bicicleta a utilizar a zona da faixa de rodagem onde frequentemente existem mais perigos (nomeadamente, peões, sarjetas, buracos, areias, pregos e lixo). A este propósito, convém recordar que a ideia de que o velocípede deve circular o mais à direita possível está atualmente descontinuada, tendo evoluído, inclusivé no próprio Código da Estrada, para uma liberdade de escolha no posicionamento por parte da pessoa que utiliza a bicicleta, por forma a que possa circular com o máximo de segurança face a cada situação.

Ora, na Rua D.Pedro V, partilhando a via de trânsito no sentido Universidade do Minho – Centro, a forma mais segura de circular para um ciclista consiste em posicionar-se afastado da berma e na posição mais central possível, evitando assim ser ultrapassado, de forma ilegal e perigosa, por autocarros e taxis.

Esta solução incentivaria à ultrapassagem de taxis e autocarros sem a devida distância lateral de segurança, podendo levar a acidentes facilmente evitáveis. Vejamos como ficaria a distribuição do espaço real disponível na rua em tal cenário:

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Esta hipótese afigura-se-nos como uma alternativa pouco segura para os utilizadores da bicicleta, já que é dada prioridade ao uso do veículo automóvel particular e respectivo parqueamento, pouco contribuindo para uma mobilidade inteligente, inclusiva e sustentável. Esta prioridade vai contra aquela que é defendida no Plano Diretor Municipal que, no tema 4. Mobilidade e Transportes, no ponto 4.3.3 estratégias para o futuro diz que, “considerando a necessidade de uma inversão de prioridades existem algumas metas importantes a atingir”, sendo que uma delas é o aumento do número de utilizadores de bicicleta. Este número é ainda especificado no ponto 4.2.2 “Atingir 10% de índice modal referente ao uso da bicicleta como meio de transporte em Braga na próxima década”. Isto traduz-se em 18 149 pessoas a andar de bicicleta em Braga até 2025. Segundo os critérios funcionais a salvaguardar na construção da rede ciclável, presentes no PDM, a opção apresentada pelo município de marcação horizontal de uma faixa ciclável não respeita o ponto da Segurança.

Face às características da Rua D. Pedro V, incluindo o perfil da via, a largura dos passeios e o tipo de trânsito existente na atualidade, a Braga Ciclável defende que a solução mais viável no momento presente, em termos de relação custo/benefício, passa por passar a permitir também aos ciclistas a circulação no sentido Este-Centro (atualmente, esse sentido de circulação é proibido, com exceção para os veículos de transporte público).

Para tal, será necessário sinalizar em conformidade, de ambos os lados. É desejável assegurar que as velocidades ali praticadas se mantenham dentro de limites de segurança adequados às características da rua, que nos parece enquadrar-se perfeitamente no conceito de “zona 30”. Por outro lado, deve ser eliminado o estacionamento abusivo ao longo de toda a Rua D. Pedro V, que atualmente constitui impedimento frequente ao normal fluxo de trânsito nos dois sentidos (especialmente grave por contribuir para atrasos nos transportes públicos), bem como para as paragens de cargas e descargas (é frequente os moradores, lojistas e distribuidores de mercadorias precisarem de parar em segunda fila ou em contramão devido à presença de carros estacionados abusivamente).

Assim, a Braga Ciclável defende que se encontre uma solução para Cargas e Descargas pontuais nesta rua, revendo o seu perfil para o que está representado na imagem seguinte:

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No imediato a Braga Ciclável defende que seja colocada pelo menos a sinalização vertical que passe a permitir aquilo que hoje já centenas de utilizadores da bicicleta fazem: circular no sentido Universidade do Minho – Centro Histórico.

Balanço da 14ª Semana Europeia da Mobilidade em Braga

Balanço da 14ª Semana Europeia da Mobilidade em Braga

Todos os anos, desde 2002, entre os dias 16 e 22 de Setembro a Europa desdobra-se em comemorações relativas à Semana Europeia da Mobilidade, com a realização de inúmeros eventos e a implementação de medidas permanentes relacionadas com a mobilidade. Este ano, Braga participou pela 3ª vez nesta grande celebração, e com um cartaz que fez inveja a outras cidades portuguesas. Mas como correu afinal? E que marcas ficaram deste evento para o futuro da cidade?

Como em qualquer evento desta envergadura, que obriga à colaboração de várias entidades num programa tão extenso quanto diversificado, houve aspetos positivos e aspetos negativos. Cumpre fazer uma reflexão sobre o que ganhou a cidade com este evento e o que poderia ter corrido melhor, para que futuras edições possam ser ainda mais inspiradoras para a sociedade bracarense.

O cartaz e os eventos

Goste-se ou não do desenho gráfico do cartaz, uma coisa é difícil negar: houve eventos para quase todos os gostos e também o propósito de implementar medidas permanentes muito positivas.

Cartaz Braga Semana Mobilidade 2015

Ficámos contudo com a sensação de que o cartaz foi tornado público demasiado tarde e que uma boa parte dos eventos pecaram por fraca divulgação. Foi pena também que não houvesse grande articulação entre alguns dos elementos do cartaz. Por exemplo, aproveitar os passeios de bicicleta, os workshops ou a estreia do documentário Bikes Vs Cars para dar a conhecer os novos estacionamentos para bicicletas e a nova via ciclável. Por outro lado, não se entende que, apesar de avançar com um programa tão ambicioso para esta Semana da Mobilidade e de ter vindo a sugerir metas interessantes em termos de mobilidade sustentável para os próximos anos, a CMB não se tenha feito representar na palestra/debate que se realizou a seguir à exibição do documentário Bikes Vs Cars.

As medidas permanentes

Ao nível da Mobilidade em Bicicleta, o cartaz prometia algumas novidades interessantes, onde se destacavam a instalação de novos suportes de estacionamento para bicicletas (bicicletários) pela cidade e a implementação de uma via ciclável entre a Universidade do Minho e o Centro Histórico através das ruas de São Victor, D. Pedro V e Nova de Santa Cruz. Duas medidas muito bem-vindas e plenamente alinhadas com o que desde há vários anos vimos defendendo.

Já em meados de 2012 na Proposta Para Uma Mobilidade Sustentável, apontávamos como medidas urgentes, precisamente, a instalação de estacionamentos para bicicletas e a implementação de um eixo ciclável entre o Campus de Gualtar, o Centro e a Estação. Mais recentemente, através do Mapa Braga Ciclável e de diversas contagens realizadas no terreno, pudemos comprovar que estas três ruas constituíam uma das principais vias de acesso ao centro e à universidade por parte dos utilizadores de bicicleta, a que não é alheio o facto de ser o percurso mais direto, além de ser quase plano e com tráfego automóvel reduzido.

Novos estacionamentos para bicicletas

A implementação dos bicicletários, apesar de realizada com um certo atraso, foi muito bem sucedida. A Câmara Municipal de Braga fez uma atualização em termos do design dos seus suportes do tipo Sheffield: são mais bonitos e agora já incluem barras horizontais de segurança para invisuais, que funcionam adicionalmente como sinalética integrada indicando visualmente a função a que se destinam. Além disso, a autarquia teve ainda o cuidado de colocar uma boa parte dos estacionamentos junto a infraestruturas e serviços públicos (centros de saúde, Mercado Municipal, Segurança Social, cemitério, museus, central de camionagem, Parque de Exposições), em localizações que, de um modo geral, nos parecem adequadas. Foram colocados mais de 50 suportes, repartidos por 13 novas localizações, algumas das quais com uma adesão imediata por parte dos ciclistas (por exemplo, no novo estacionamento junto à Livraria Centésima Página todos os dias vemos lá bicicletas).

Estacionamento para bicicletas em braga, na Avenida Central, junto á Livraria 100ª Página

É uma melhoria significativa, e provavelmente a marca mais visível que ficou da realização da Semana da Mobilidade. Ainda assim, continua a ser um número de lugares de estacionamento para bicicletas claramente insuficiente para uma cidade desta dimensão e com o número de habitantes que tem. Se o objetivo de Braga é alcançar a médio prazo uma melhor repartição modal, então precisa de investir em força neste tipo de infraestruturas de apoio ao uso dos meios de transporte alternativos. Ficou a faltar também a finalização do trabalho iniciado há cerca de 2 anos pelo anterior executivo: continua a estar em falta a sinalização de 6 locais de estacionamento para bicicletas (por exemplo, junto ao Banco de Portugal) – a colocação das placas de sinalização tarda em ser realizada, e não compreendemos o porquê deste atraso e do silêncio da CMB em relação a este assunto. Finalmente, ainda no que diz respeito a estacionamentos, foi pena a CMB não ter aproveitado para reparar ou substituir um dos suportes que há meses se encontra derrubado no Largo da Senhora-a-Branca…

Via Ciclável entre a Universidade do Minho e o Centro Histórico

A ideia era, finalmente, permitir legalmente a circulação de ciclistas em ambos os sentidos (a via tem dois sentidos mas proíbe, num deles, o trânsito automóvel privado e de velocípedes), sinalizando-o de forma adequada e bem visível para maior segurança de todos. Os ciclistas que diariamente usam a Rua Nova de Santa Cruz, a Rua D. Pedro V e a Rua de S. Vítor nas suas deslocações certamente ficaram tão entusiasmados como nós ao lerem a notícia de que iria ser implementada esta medida durante a Semana da Mobilidade! Só que… afinal não foi. O que se passou afinal?

Rua D. Pedro V

Passado mais de um mês da Semana da Mobilidade, fonte ligada à CMB dá-nos nota que esta medida continua “em estudo”.

A Braga Ciclável realizou nestas e noutras ruas várias contagens de trânsito, tendo concluído que todos os dias ali passam centenas de pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte, em ambos os sentidos. As pessoas escolhem este percurso por um motivo simples: é o melhor percurso para quem vai de bicicleta. É o percurso percurso mais direto entre toda a zona Este e o Centro, praticamente não tem inclinações e a velocidade média e a quantidade do tráfego automóvel são mais reduzidas. Resumindo: é o caminho mais direto, mais rápido e mais seguro. Mas é ilegal, em rigor, no sentido Este-Centro, até que a Câmara decida colocar sinalização que autorize a circulação de bicicletas nesse sentido, juntamente com os transportes públicos. Trata-se de legitimar (e dar proteção legal em caso de acidente ou litígio) um uso que a sociedade bracarense há muito tempo já legitimou de facto, pois na prática é algo que já acontece e sem haver até à data qualquer registo de acidentes envolvendo velocípedes neste eixo.

Poderá ser que o que esteja “em estudo” seja a questão da enorme barreira artificial que representa atualmente, para peões, ciclistas e transportes públicos, o atravessamento da Av. Pe. Júlio Fragata. Esse local também merece uma intervenção, sem dúvida, mas cremos que não será motivo para adiar outras medidas bem mais simples e menos onerosas, que podem ser implementadas facilmente e com benefício imediato.

Até quando é que vamos ter de esperar por esta importante medida que já em 2012 apontávamos como urgente?

Rua Azul – combate ao estacionamento abusivo

Uma outra medida permanente que poderá ter passado mais ou menos despercebida, mas que é também importante para a melhoria da mobilidade é o programa Rua Azul, que consiste numa parceria com as forças da autoridade para fiscalizarem com “tolerância zero” o estacionamento ilegal e abusivo em determinadas ruas. A ser bem sucedida esta medida, acabariam nesses locais as filas de trânsito, os carros parados em cima do passeio, viaturas abandonadas em segunda fila, com os consequentes atrasos para os restantes automobilistas e, sobretudo, para os clientes dos transportes públicos.

Não dispondo de dados abrangentes sobre a forma como este programa está a ser aplicado, é-nos difícil fazer uma avaliação do mesmo. Quantos agentes da Polícia Municipal e da PSP foram destacados diariamente para o patrulhamento das ruas abrangidas pelo programa Rua Azul? Qual a duração desse programa – é mesmo uma medida permanente, ou tem prazo de validade?

Estacionamento ilegal na Rua D. Pedro V

Notamos, contudo, que pelo menos numa das ruas abrangidas por esta medida permanente (Rua D. Pedro V), as placas de sinalização de “Rua Azul” foram entretanto vandalizadas ou mandadas retirar. E também desapareceram dos respetivos postes as placas que proibiam o estacionamento durante o dia (mesmo sem placas, continua a ser proibido estacionar na maior parte da Rua D. Pedro V, à luz do art.º 50 do Código da Estrada). O que aconteceu? Foi um ato de vandalismo e a CMB ainda não mandou colocar novas placas? Ou será que os responsáveis da autarquia acabaram por ceder a pressões desses 50 ou 60 automobilistas que voluntariamente costumavam optar por estacionar ilegalmente prejudicando as restantes centenas ou milhares de utentes daquela via pública?

A concluir…

A Semana da Mobilidade já lá vai e, mesmo com os reparos que aqui fazemos, consideramos que foi uma iniciativa positiva. Para o ano, esperamos que haja mais e melhor, tanto a nível de eventos e medidas permanentes, como nível da organização e divulgação.

A este propósito, acreditamos que é necessário elaborar um plano abrangente da cidade de Braga para a mobilidade e as bicicletas. A intervenção pontual com medidas avulsas é sem dúvida importante, e deve continuar, mas é desejável que passem a fazer parte de um plano, em cuja concepção certamente terão um papel fundamental parcerias entre a CMB, os TUB, a Braga Ciclável e a sociedade em geral. Da nossa parte estaremos disponíveis, como sempre, para colaborar. Só assim poderemos garantir que todas estas medidas contribuirão para um objetivo maior de tornar a cidade um melhor local para viver.

O uso da bicicleta não tem idade

O uso da bicicleta não tem idade

Um dos compromissos que a Braga Ciclável assumiu desde início foi o incentivo ao uso da bicicleta, independentemente da faixa etária.

Acreditamos que a sociedade se molda começando pelos mais pequenos e por isso mesmo iniciamos no passado domingo um programa de incentivo ao uso da bicicleta, facultando aulas gratuitas a todos os que quisessem aprender, não sendo a idade um fator limitativo.

É fulcral educar. Educar para a bicicleta, para o uso deste meio de transporte de forma responsável e consciente, educar para a familiarização desta no dia-a-dia, para que amanhã o uso da mesma seja feito de forma natural. Educar para o respeito entre o peão, o carro e a bicicleta, educar para o cumprimento das regras e sinais de trânsito, educar para a consciência cívica. Educar para o respeito pelo meio ambiente e para a qualidade de vida. (mais…)

Braga Ciclável vai ensinar a andar de bicicleta!

Braga Ciclável vai ensinar a andar de bicicleta!

A Associação Braga Ciclável vai ensinar todos a andar de bicicleta. As aulas acontecem este Domingo, dia 20, entre as 15 e as 17 horas, na Praça do Município.

As aulas de condução de velocípedes serão gratuitas e terão uma componente teórica que será assegurada por agentes da Polícia de Segurança Pública. Esta sessão conta ainda com a colaboração da empresa Go By Bike, situada na rua de São Marcos, que irá ceder bicicletas para a aula prática. (mais…)

Por uma Braga Ciclável (2)

Por uma Braga Ciclável (2)

Braga tem o potencial necessário para o incremento do uso da bicicleta no quotidiano, no entanto, apresenta falhas fulcrais a quem pretende fazê-lo. É imperativo encarar com responsabilidade o uso da mesma. Os benefícios que esta filosofia, mais do que uma simples prática, apresenta para a saúde, economia, ambiente e sustentabilidade do ecossistema urbano são indiscutíveis. (mais…)

Braga Cycle Chic desafia bracarenses a pedalar com estilo a 21 de Março

Braga Cycle Chic desafia bracarenses a pedalar com estilo a 21 de Março

O evento é gratuito e pretende incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte e lazer.

A 1ª edição do Braga Cycle Chic está agendada para 21 de Março, pelas 14h30, na Praça da República (Em frente à Arcada). O evento, organizado pela Associação Braga Ciclável, pretende mostrar que é “possível pedalar na cidade usando roupa clássica”. A participação é gratuita e vão ser disponibilizadas bicicletas.

Uma tarde a passear com estilo, de bicicleta pelo centro histórico de Braga, sempre na zona pedonal, com paragens em vários pontos da cidade, é a proposta da associação para celebrar a bicicleta como meio de transporte e assinalar o início da Primavera. (mais…)